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terça-feira, fevereiro 26, 2013

Se vivo, Johnny Cash faria 81 anos hoje (texto de André Mont'Alverne)

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Johnny Cash foi um cara foda e não existe palavra melhor pra definir esse artista, um dos mais completos que o mundo já viu. Criativo, inovador, romântico, rebelde e diferente. 

Foi um dos pioneiros do rock'n roll, exibia um ar meio maldito andando sempre de preto, mesmo nas coloridas décadas de 60 e 70. Suas canções falavam de crimes, cadeia, de um cotidiano underground e alternativo. Ele faria 81 anos hoje (26). 

Com seu vozeirão típico e sua poesia amarga, Cash foi precursor de um grito social em uma época que ninguém estava muito preocupado com esse assunto, e além de tudo, ele era o tipo de ídolo que apreciava enfiar o pé na lama sem dó. 

Mas ao contrário de muitos que foram influenciados pela sua poderosa postura marginal e revolucionária, resolveu viver bem mais que 27 anos e assim deixar uma extensa obra musical.

Em 49 anos de carreira, Johnny Cash escreveu mais de 1000 canções, lançou 55 álbuns de estúdio, 6 ao vivo, 84 compilações, 165 singles, 19 videoclipes e 2 trilhas sonoras.

Recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira, como 1 Academy of Country Music, 1 Academy of Achievement, 3 Americana Music Association, 9 Country Music Association, 17 Grammy Awards e 1 MTV Video Music Awards.

Cash faz parte do Hollywood Walk of Fame (1960), Nashville Songwriters Hall of Fame (1977), Songwriters Hall of Fame (1977), Country Music Hall of Fame and Museum (1980), Rock and Roll Hall of Fame (1992), Kennedy Center Honors (1996), Rockabilly Hall of Fame, National Medal of Arts (2001) e Gospel Music Hall of Fame (2011).

Johnny Cash Morreu aos 71 anos, vítima de diabetes. Ele nunca parou de gravar, de compor e de fazer shows. Deixou um dos maiores exemplos de como um homem deve se portar a frente de uma longa e tortuosa estrada da vida: ser ele mesmo.

André Mont`Alverne (ex colaborador do blog De Rocha)

"Divisão" do poder

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Sei bem como é...

No aguardo...

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Os Dicks Vigaristas que encontramos na vida

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O Dick Vigarista (Dick Dastardly) é um personagem fictício e vilão que surgiu na série Corrida Maluca (Wacky Races), criado por Hanna-Barbera. Vivemos um momento onde se discute muito as questões éticas. Isso é bom, mas ao mesmo tempo é uma pena que já não tenha se tornado um assunto superado. Quero dizer que ninguém mais discute o fim da escravidão, democracia, etc, porque todos concordam quanto a isso. Ética deveria estar nesse nível também.

O roteiro era quase sempre igual: alguns pilotos birutas correndo com carros muito esquisitos por estradas totalmente doidas. Todos largavam juntos, mas Dick Vigarista, o vilão da estória tinha sempre um plano maligno para parar os outros pilotos e com isso conquistar a vitória, sozinho.

Acontece que ele começava muito bem as corridas, disparava na frente e ao invés de visar somente a linha de chegada, parava para desenvolver uma armadilha, com o objetivo de tirar todos os adversários do páreo. A armadilha nunca dava certo e os dois eram ultrapassados por todos os outros.

Conheço vários Dicks Vigaristas, homens e mulheres que fazem de tudo para vencer por meio de trapaças (inclusive revi uma pessoa assim ontem que, aliás, “vigarista” a define bem). Essa postura detestável de se dar bem todo o custo ao executar todo tipo de tramoia é reflexo de inveja, falsa esperteza (pra não dizer canalhice) até mesmo incompetência. Mas, no final das contas, figuras assim sempre se dão mal e não saem da merda.

Não que eu seja nenhum "Peter Perfeito", o falso certinho do mesmo desenho. Mas abomino esses malucos que canalizam suas forças em atrapalhar ao invés de produzir em benefício próprio. O pior é que, pelo jeito, vou ver o tal Dick Vigarista em muitas corridas malucas do cotidiano. Entretanto, farei o que sempre fiz, a minha parte. É isso. 

Elton Tavares

Música de agora: Inútil - Ultraje A Rigor

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Inútil - Ultraje A Rigor

A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nóis é indigente

Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil

A gente faz carro e não sabe guiar
A gente faz trilho e não tem trem prá botar
A gente faz filho e não consegue criar
A gente pede grana e não consegue pagar

A gente faz música e não consegue cantar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar

Discos que formaram meu caráter (parte 10): Nós Vamos Invadir sua Praia- Ultraje a Rigor (1985)

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E ai meus caros, chegamos ao numero “10” da nossa estrada de “tijolos amarelos”, e não poderia ser algo menos especial do que esse belo registro musical. Não é um disco comum, trata-se, acredito eu, do primeiro grande fenômeno do rock brazuca. Sim, amigos. Falaremos hoje de “Nós vamos invadir sua praia”, quem já teve a honra de ouvir sabe do que estou falando.

Corria o ano de 1985, um ano mágico da década perdida. Digo isso, pois a ditadura militar que calou uma população inteira começava a sair de cena, e junto com ela a censura que mutilava pensamentos e calava a criatividade dos nossos artistas. MPB estagnada, naquele engajamento politico que não teria mais sentindo sem ter o inimigo para bater, os velhos militares ainda assustavam, mas eram apenas cópias dos monstros do passado (ainda recente) da tirania, ou seja, todo aquele “fervor” politico não faria mais sentido nos anos que estariam por vir, já era “85”. 

Nesse cenário meio “Cachorro sem dono”, vem de São Paulo uma turma aparentemente só queria tocar e se divertir, mas que nas entrelinhas tinham muito a dizer, eles eram o Ultraje a Rigor.

Na batalha desde o começo da década de 80, com a formação de Roger, Edgard Scandurra (que priorizou o “!Ira”, e foi substituído por Carlinhos Branco), o baixista Mauricio DeFedi e o excelente Leospa na bateria, o Ultraje largou as cores cinzentas de “Sampa” e alçaram voo maior, os caras queriam literalmente invadir a praia.

Esse álbum foi um verdadeiro estrondo, podem ver pela quantidade de músicas que tocaram no rádio, e nas pistas de dança. Todos adoraram aquela novidade, já que foi o primeiro disco de uma banda de rock, como posso dizer “Escrachada”, pelo conteúdo de suas letras, que conseguiu destaque na mídia, por isso se tornou um tijolo presente e importante no muro da revolução musical brasileira. O disco conseguiu ouro, platina e platina duplo.

Dissecando a Bolacha vemos a faixa titulo “Nos vamos invadir sua praia”, que é uma ode a experiência paulista de invadir o Rio de janeiro (berço do Rock na época) e literalmente mudar as estruturas do que estava sendo feito, “Rebelde sem Causa”, uma homenagem aquela figura que conhecemos, que tem tudo na mão e se acha no direito de revolta, vai para. “Mim quer Tocar” critica ao sistema quase amador que as bandas passavam no Brasil, tudo que era bom era importado (instrumentos, equipamentos de som) os nacionais pareciam mais coisa de índio mesmo, chegamos em “Zoraide”, a mina grudenta que quer casar.

 “Ciúme”, sentimento comum para muitos, que permeiam muitos relacionamentos vida há dentro, “Inútil”, histórica e emblemática, tornou-se hino da campanha das “Diretas Já”, quando o então deputado Ulysses Guimarães utilizou seus versos (“A gente não sabemos escolher presidente/ A gente não sabemos tomar conta da gente/ A gente não sabemos nem escovar os dentes...”) para abrir uma seção no congresso nacional, “Marylou”, galinhas, vacas, muitas interpretações escolha a sua, essa em particular saiu na versão carnaval, oque prova que realmente os caras não estavam de brincadeira. 

“Jesse Go”, fala da história de um relacionamento, muito legal mas infelizmente a menos compreendida do disco, “Eu me Amo”, hino mor ao egocentrismo, alto estima transpira nos versos dessa musica, ninguém consegue viver sem uma dose de amor próprio, “Se você sabia”, a velha história da namorada que engravida, uma celeuma pela qual passei e acredito eu muitos de vocês, fecha com “Independente Futebol Clube”, mais uma que fala de relacionamento, mas agora alguém suplicando por liberdade.

Não existe uma pessoa que conheço, que ainda não tenha se pego cantando pelo menos uma dessas faixas, esse é um relato histórico do rock nacional, um disco com todos esses elementos distribuídos não tinha como dar errado, um verdadeiro “caminhão de hits” que conquistou do netinho ao vovô. Um clássico imediato.

A superexposição acabou surpreendendo e também porque não prejudicando os caras, ficaram com a aquela ingrata marca de “engraçadinhos”, ou seja, os 20 anos de ditadura militar tinham realmente tapado à cabeça da população. 

Ouvindo o disco hoje em dia, quase 30 anos depois, ele ainda é atual, pois ainda existe um amadorismo na música. Para muitos, não sabemos ainda escolher presidente, ainda existem playboys sem cérebro andando por ai, o amor próprio anda em voga, sem contar que nada melhor que levar a farofinha pra praia.

No mais, jovem você que esta completando 18 anos, aprenda esse é um dos melhores discos de estreia de todos os tempos e assim ele foi feito. Uma verve satírica, ou seja, o bom humor a serviço da coisa séria.

Marcelo Guido é Punk, Pai, Marido, Jornalista e Professor “E olha todo mundo é adulto nessa torre”.

Tirinhas de hoje

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Música de agora: O Exército de um Homem Só - Engenheiros do Hawaii

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O Exército de um Homem Só - Engenheiros do Hawaii

Não importa se só tocam
O primeiro acorde da canção
A gente escreve o resto em linhas tortas
Nas portas da percepção
Em paredes de banheiro
Nas folhas que o outono leva ao chão
Em livros de historias seremos a memória dos dias que virão

Se é que eles virão
Não importa se só tocam
O primeiro verso da canção
A gente escreve o resto sem muita pressa

Com muita precisão
Nos interessa o que não foi impresso
E continua sendo escrito à mão
Escrito à luz de velas quase na escuridão

Longe da multidão
Somos um exército, o exército de um homem só
No difícil exercício de viver em paz
Somos um exército, o exército de um homem só

Sem bandeira
Sem fronteiras
Pra defender
Pra defender

Não importa se só tocam
O primeiro acorde da canção
A gente escreve o resto e o resto é resto
É falsificação

Sangue falso, bangue-bangue italiano
Suíngue falso, turista americano
Livres desta historia, a nossa trajetória não precisa explicação
E não tem explicação

Somos um exército,
(o exército de um homem só)
No difícil exercício de viver em paz.
Somos um exército
(o exército de um homem só)
Sem bandeira
Sem fronteiras para defender.

Não interessa o que o bom senso diz
Não interessa o que diz o rei
Se o jogo não há juiz
Não há jogada fora da lei
Não interessa o que diz o ditado
Não interessa o que o Estado diz
Nós falamos outra língua
Moramos em outro país
Somos um exército, o exército de um homem só
No difícil exercício de viver em paz
Nesse exército, o exército de um homem só
Todos sabem
Que tanto faz
Ser culpado
Ou ser capaz..
Tanto faz

Infinita Higway (Foto de Aog Rocha)

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"...Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar..."

Feliz aniversário, Zeca!

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Hoje (26) é aniversário do do administrador sócio-ambiental e funcionário público Edmar Campos Santos, o popular “Zeca”.  O figura é um bom e velho amigo. Já aprontamos muito nessa vida. Nos conhecemos no Colégio Amapaense, em 1990. Mas nos tornamos parceiros mesmo em 1994. 



De lá para cá, já bebemos mais cervejas juntos do que eu posso contabilizar, já tivemos um bar (o qual a sociedade quase acaba com nossa amizade), já saímos no braço, já discutimos muito e em várias situações nos apoiamos. 

Foi um dos amigos que me deram apoio na época da morte de meu pai,em 1998.É, eu e Zeca já passamos por muitas alegrias, tristezas, situações de perigo e outras engraçadas juntos. 


Assim como eu, Zeca é um cara genioso, mas de bom caráter.  Hoje em dia, passamos até meses sem nos encontrarmos, mas ele é um daqueles amigos que sei que posso contar e é recíproco. 

Ah, Edmar possui uma particularidade, toda vez que ele fica biritado,o cara dorme. Já é uma marca registrada dofigura. A gente até dá risada quando ele apaga. Mas todas as vezes, ele acorda e pede mais uma gelada.
 
Nem sei se o Zeca vai ler isso aqui, afinal,ele não é muito ligado na internet. Mas esta postagem é só pra deixar registrado  o carinho, consideração, amizade e respeito que sinto por ele. Edmar, meu velho, parabéns e feliz aniversário! 

Elton Tavares

*Texto repostado, mas a consideração com o Zeca é a mesma. 

Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2013 abre inscrições

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A Estácio, lança a terceira edição do Prêmio Estácio de Jornalismo, que irá escolher as melhores reportagens veiculadas no país que tenham o Ensino Superior como tema central. O objetivo da premiação é fomentar a cobertura jornalística do assunto, ampliando o debate e aumentando sua importância para o desenvolvimento do país.

Veículos de imprensa de todo o Brasil podem concorrer ao Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2013 nas mídias TV, Rádio, Internet e Impresso, tanto na modalidade Nacional, quanto na Regional. São elegíveis reportagens produzidas no período entre 11 de junho de 2012 e 10 junho de 2013. Para fins de aceitação de inscrições, será considerada como data limite de postagem ou entrega do material o dia 11 de junho de 2013.

A partir desta edição, o Prêmio Estácio de Jornalismo irá atribuir à melhor reportagem produzida sobre o ensino superior um prêmio principal. Todos os trabalhos finalistas, independentemente da categoria em que estiverem inseridos, concorrerão a um prêmio maior, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo.

O Prêmio Estácio de Jornalismo – Edição 2013 vai distribuir nove prêmios no valor total bruto de R$ 100 mil, divididos entre duas modalidades: Nacional e Regional, e estas divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 12 mil. Na modalidade Regional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 8 mil. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2013, receberá a quantia bruta de R$ 20 mil. Todos receberão certificado e troféu alusivos à premiação.

Resultados

Os finalistas terão seus nomes divulgados em agosto e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em setembro, em lugar e data a serem divulgados oportunamente. Só nesta data serão divulgados os nomes dos vencedores.

Serviço:

Inscrições: até 11 junho de 2013
Trabalhos elegíveis: Publicados/Veiculados entre 11 de junho de 2012 e 10 junho de 2013

Joicilene de Oliveira dos Santos
Núcleo Amapá – Comunicação
Fones: (96) 2101 5197 (96) 91891027 Voip:*1075197

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Música de agora: Never Tear Us Apart - INXS

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Never Tear Us Apart (Nunca poderão nos separar) - INXS 

Não me pergunte
O que voce sabe que é verdade
Eu nao tenho que dizer
Que amo seu precioso coração
Eu
Eu estava lá parado
Voce estava lá
Dois mundos se colidiram
E eles nunca poderão nos separar
Poderiamos viver
Por mil anos
Mas se eu te machucar
Eu faria vinho de suas lagrimas
Eu te disse
Que poderiamos voar
Porque nos todos temos asas
Mas alguns de nos nao sabemos o porque
Eu
Eu estava la parado
Voce estava la
Dois mundos se colidiram
E eles nunca poderão nos separar
Eu (não me pergunte)
Eu estava la parado (você sabe que e verdade)
Voce estava lá (mundos colidindo)
Dois mundos colidiram (estavam brilhando)
E eles nunca poderão nos separar
Você (não me pergunte)
Você estava lá parado (você sabe que é verdade)
Eu estava lá (mundo colidindo)
Dois mundo colidindo (estavam brilhando)
E eles nunca poderão nos separar
Eu, eu, eu
Estava lá parado... (enfraquecendo)
Você estava lá... (desaparecendo)

Imagens Gifs do Oscar 2013

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Falou, até o próximo Oscar!

Prefeitura de Macapá realiza etapa preparatória para a 5º Conferência Municipal de Cidades

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A Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) iniciou nesta segunda-feira, 25, a etapa preparatória para a 5º Conferência Municipal de Cidades. O evento, que será realizado entre 1º de março e 15 de maio de 2013, consiste no debate e na criação de políticas públicas urbanas para o desenvolvimento da capital. Trata-se de uma preparação para as Conferências Estadual e Nacional, que ocorrerão ainda este ano.

O prefeito Clécio Luís, por meio do Decreto nº 1.449/2013, delegou a coordenação da prévia para as secretarias municipais para Assuntos Extraordinários (Semae), de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Semduh), Conselho Municipal de Gestão (CMGT) e para a Coordenadoria Municipal das Agências Distritais (Comad). 

A Semae coordenará uma comissão para trabalhar e cumprir as regras do regimento da 5º Conferência Municipal de Cidades. Essa equipe é formada por três membros do poder público municipal; dois dos movimentos populares; um por cada entidade sindical; representantes dos empresários relacionados à produção e financiamento do desenvolvimento urbano; membros de entidades profissionais, acadêmicas, conselhos e órgãos de pesquisas; um representante de Ong’s que atuam na área do desenvolvimento urbano.

De acordo com o titular da Semae, Claudiomar Silva, a 5º Conferência Municipal de Cidades é uma preparação às Conferências Estadual e Nacional que serão realizadas em 2013. O secretário ressaltou que a interlocução de atores e gestores públicos com os diversos segmentos da sociedade, possibilitará a elaboração de propostas de políticas públicas a serem desenvolvidas pelo município e, assim, vai contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população macapaense.

Elton Tavares
Asscom Prefeitura Municipal de Macapá
Contato: (96) 9154 8850

Velha turma Rock and Roll de Macapá

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