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terça-feira, abril 23, 2013

Parabéns, Selmara Saldanha!

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Hoje (23), é aniversário da contadora, servidora do Ministério da Saúde (MS), mãe dedicada  e amiga querida de toda minha família paterna, Selmara Sadanha. 

A “Sel” entrou pra nossa família (sim, gostamos dela neste nível) quando estudou Ciências Contábeis com minha tia Maria,na faculdade Ceap. 

Tia definiu Selmara como uma mulher guerreira, trabalhadora, responsável, bonita, inteligente, competente, amiga e solidária. Assino embaixo. 

Sel, querida, desejo tudo de bom pra você hoje e sempre. Meus parabéns e feliz aniversário! 

Elton Tavares

Moleques no rio (foto legal de @max_rene)

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Senador Randolfe quer evitar colapso na saúde pública do Amapá

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A Agência Nacional de Saúde (ANS) determinou que a operadora Unimed Macapá promovesse a alienação de suas carteiras, e ainda suspendeu a comercialização de planos ou produtos da operadora, no Amapá, de acordo com a Resolução Operacional (RO) nº 1.399, publicada no Diário Oficial da União (DOU). O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) reuniu com os médicos para buscar saídas para as 38 mil pessoas que precisam do atendimento da cooperativa no Estado.

A decisão foi fruto de reunião entre o colegiado da ANS, que após considerarem as “anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves”, colocando em risco a continuidade do serviço oferecido aos seus usuários. O que significa que a organização não mais comercializa planos e produtos, e virtualmente não mais existe, podendo o seu patrimônio ser adquirido por uma outra ope-radora de plano de saúde.

O senador Randolfe Rodrigues comprometeu-se em mobilizar a Bancada Federal para interceder junto a ANS, visando o atendimento da população que hoje conta apenas com ao atendimento público, o Hospital São Camilo e o Hospital da Unimed. “Sem a oferta dos serviços da cooperativa vai haver um inchaço na saúde pública, pode gerar um colapso e quem vai sofrer é a população. Um verdadeiro caos.”, afirmou o senador.

A superintendente da Unimed, Joana Leão, explicou que a decisão da ANS é uma medida administrativa contra a qual a Unimed-Macapá recorreu no âmbito judicial, estando o processo em curso. “Paralelamente ao recurso impetrado na Justiça pela direção da Unimed-Macapá ainda existe a alternativa da negociação política para a manutenção da cooperativa no estado do Amapá”, explicou a médica.
-- 
Carla Ferreira
Contato: (96) 81109700
Twitter: @Carlinha_F
e-mail: carlinhamrf@gmail.com

Casa de Justiça e Cidadania realizará atendimentos durante a XX Edição da Ação Global

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A Justiça do Amapá, por meio da Casa de Justiça e Cidadania, que tem como coordenadora a Juíza Sueli Pini, será parceira do SESI e da Rede Globo na XX Edição da Ação Global. O evento será realizado no dia 18 de maio, no horário de 08h00 as 17h00, na Escola Estadual Nilton Balieiro Machado, no bairro Marabaixo III. A Ação Global tem o objetivo de promover a cidadania por meio de serviços sociais básicos, nas áreas de saúde, educação, cultura, cidadania, esporte e lazer.

Entre os serviços oferecidos pela Casa de Justiça e Cidadania estarão: atermações de reclamações cíveis, audiências de conciliações pré-processuais, encaminhamentos para assento de nascimento, atendimento ao idoso com pendências judiciais, orientações legais, encaminhamentos para acesso a serviços públicos, além de atividades dos programas “Justiça Preventiva na Escola” e “Alfabetização Jurídico/Judicial”, quem visam à aproximação da população com a Justiça.

Bernadeth Farias
Jornalista/Assessora de Comunicação

Música de agora: Eu Não Sou Chico Mas Quero Tentar - O Teatro Mágico

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Eu Não Sou Chico Mas Quero Tentar - O Teatro Mágico

Eu não vou louvar valores,
Dos nossos amores as dores eu não vou contar,
O peito trajado de dores
A boca tragando rancores
E a dúvida não será onde chegar.
Brincando de ser e estar apenas,
Eu não sou Chico mas quero tentar
Mais cenas, dezenas, centenas, sentadas, safadas, saradas, sanadas, sapatas, perdidas, famintas, gigantes, pequenas

Eu não vou levar rancores
Dos nossos amores as cores eu não vou pintar,
O peito trajado de flores
A boca tragando sabores
E a dúvida não será onde chegar.
Brincando de ser e estar apenas,
Eu não sou Chico mas quero tentar
Mais cenas, dezenas, centenas, sentadas, safadas, saradas, sanadas, sapatas, perdidas, famintas, gigantes, pequenas

As nossas condutas tão putas não valem a pena
Que pena, eh, que pena
As nossas condutas confusas nos tiram de cena, ah...
Que pena, eh, que pena

As nossas condutas tão putas não valem a pena
Que pena, eh, que pena
As nossas condutas confusas nos tiram de cena, ah...
Que pena, eh, que pena

Vou, vou engarrafar essa dor,
Vou engarrafar a saudade
Vou me embriagar de tristeza
Bendizendo ela vira beleza,
Gentileza gera gentileza....

Vou, vou engarrafar essa dor,
Vou engarrafar a saudade
Vou me embriagar de tristeza
Bendizendo ela vira beleza,
Gentileza gera gentileza....

A herança da escola dos dias desde ave Marias, presságios e preces, ao jeito primeiro e primário de abrir as gavetas
De achar nova nomenclatura, de achar o coelho na lua de reescrever tuas letras,
de se esconder entre linhas
De se apagar entre nós.
Se apagar entre nós, se apagar entre nós
Se apagar, se apegar....

Se apagar...pa..pa...

Hoje, Itaú Cultural e Casa Fora do Eixo Amapá apresentam Mostra Iconoclássicos

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A Casa Fora do Eixo Amapá em parceria com o Itaú Cultural realiza de 23 a 27 deste mês a “Mostra Iconoclássicos”. Os filmes são divididos em cinco programas que falam sobre artistas brasileiros contemporâneos, todos eles grandes referências para a produção cultural do país, onde suas obras são um legado para as novas gerações. As sessões iniciam a partir das 19h, no Auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, com entrada gratuita.

Todas as produções audiovisuais exibidas contarão com a participação de agentes e produtores culturais locais, que debaterão os filmes, que são: Daquele Instante em Diante, dirigido por Rogério Velloso sobre o músico Itamar Assumpção; Ex isto, obra de Cao Guimarães inspirada no romance Catatau do poeta Paulo Leminski; EVOÉ! Retrato de um Antropófago, documentário sobre o dramaturgo Zé Celso, dirigido por Tadeu Jungle e Elaine Cesar e, por fim, Mr. Sganzela – Os Signos da Luz, um retrato de Rogério Sganzerla sob o olhar de Joel Pizzini.

A primeira Mostra Iconoclássicos no Amapá conta com o apoio com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura Rouanet (Lei Rouanet), Núcleo de Fotografia Contemporânea (Nufoc), Univercinema e Pium Filmes. Realização Casa Fora do Eixo Amapá, Cine Paraíso, Itaú Cultural, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Abaixo a programação completa:

23/04 - EVOÉ! Retrato de um Antropófago

Participação de Bárbara Vento

Atriz, arte educadora, produtora cultural, musicista e fundadora do grupo musical PAIDEGUARÁ.

24/04 - Assim É, se Lhe Parece

Participação de Cristiana Nogueira

Artista Visual - Mestre em Arte e Cultura Contemporânea-UERJ. Coordena o programa de extensão universitária Univercinema e o grupo de pesquisa NUFOC-Núcleo de Fotografia Contemporânea, que atua com ocupações visuais e intervenções urbanas, além de produtora e curadora independente.

25/04 - Daquele Instante em Diante

Participação de Adriana Abreu

Professora de Literatura, declamadora do Tatamirô, há muito tempo vem trabalhando com seus alunos a criação de performances poéticas teatrais, como veículo para o estímulo à leitura. Integrante do Pium Filmes.

26/04 – Mister Sganzerla
Participação de Alexandre Brito

Jornalista, especialista em artes visuais, fotógrafo, professor universitário e produtor cultural nas áreas da fotografia, cinema, Hqs.
27/04 - Ex Isto 

Participação do mestre em Filosofia Herbert Emanuel

Formado em Filosofia pela UFPA, em 1987. Em 1989, ministrou as disciplinas Filosofia da Educação I e II, no antigo Núcleo da Universidade Federal do Pará, em Macapá. Dez anos depois, lançou seu primeiro livro, intitulado “Nada ou quase uma Arte”, com apresentação do poeta gaúcho Carlos Nejar. Em 1998, lançou, em parceria com o artista plástico e mímico Jiddu Saldanha, Cartões Poéticos. Alguns poemas seus estão incluídos na Antologia Poética Poesia do Grão-Pará, 2001, com seleção e notas de Olga Savary. Em 2006 lançou o livro “Do Crepúsculo ao outro dia”, em parceria com o poeta e artista plástico Jiddu Saldanha. Possui artigos publicados em vários jornais sobre temas artísticos, literários, filosóficos e culturais. Atualmente, está preparando 3 (três) livros de poemas, intitulados “ISTO”, “RES” e “DESASPEREZAS”, e um livro de ensaios, “Guarda-chuva Paradoxal”

Sinopses
·         23/04 “EVOÉ! Retrato de um Antropófago”, dos diretores Tadeu Jungle e Elaine Cesar. O documentário apresenta um olhar particular e multifacetado de uma das maiores personalidades das artes do Brasil: o diretor, ator e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa. Depoimentos recentes e imagens históricas estão presentes na narrativa, que se baseou em algumas das viagens cruciais para a trajetória de Zé Celso. Após a exibição do filme, Tadeu e o ator Felipe Benevides realizam bate papo com o público.  Às 9h, no Espaço Cultural Alagados, e 17h no Espaço Xisto Bahia.

·         24/04 “Assim É, se Lhe Parece”, documentário de Carla Gallo. O longametragem mostra um outro lado do artista plástico Nelson Leirner, conhecido por sua aversão à formação e aos preceitos tradicionais das academias de arte. Momentos da sua trajetória são lembrados com ironia, além do tratamento despojado em relação a sua rotina e intimidade.

·         25/04 “Daquele Instante em Diante”. Dirigido por Rogério Velloso, a montagem acompanha a trajetória musical de Nego Dito Itamar Assumpção, da década de 80 até seu falecimento. Por meio de depoimentos de pessoas próximas ao artista e de imagens raras, retiradas de arquivos particulares, é retratada a presença ontológica de Nego Dito nos palcos e em seus momentos mais íntimos com amigos e familiares.

·         26/04 “Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz”, do diretor Joel Pizzini. Nele é recriado o ideário do cineasta Rogério Sganzerla por meio dos signos recorrentes em sua filmografia: Orson Welles, Noel Rosa, Jimi Hendrix e Oswald de Andrade. É narrado em primeira pessoa, a partir de imagens raras e situações encenadas, numa linguagem que se contamina com a dicção vertiginosa do artista.

·         27/04 Livremente inspirado na obra Catatau, de Paulo Leminski, o filme “Ex isto”, de Cao Guimarães, parte da hipótese histórica imaginada pelo poeta “E se René Descartes tivesse vindo ao Brasil com Maurício de Nassau?”. Daí se desenrolam as aventuras do personagem, que sob o efeito de ervas alucinógenas, investiga questões da geometria e da ótica diante de um mundo absolutamente estranho.

Serviço:

Mostra Iconoclássicos
Data: 23 a 27/04
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda -
Horário: 19h
Entrada gratuita
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Assessoria de Comunicação
(96) 8127-8495/ 3225-1281
Casa Fora do Eixo Amazônia/ Casa Fora do Eixo Amapá

Movimento Poesia na Boca da Noite comemora Dia Internacional do Livro

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"Hoje, 23, é Dia Internacional do Livro. O Movimento Poesia na Boca da Noite vai comemorar na Praça Veiga Cabral a partir das 16h. E olha só o que preparamos pra distribuir: os menores livros do mundo!" - Alcinéa Cavalcante, jornalista e escritora amapaense. 

Hoje é o Dia Internacional do Livro

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Eu gosto de ler, gosto mesmo. Mas não li nem metade dos livros que gostaria. Também gosto de escrever, claro, senão não teria escolhido a profissão de jornalista. Hoje (23), é o Dia do Livro. Amo livros. Apesar de, às vezes, passar por momentos de "letargia literária", ou seja, semanas sem ler. Ainda bem que passa logo. 

Voltando ao Dia do Livro, a data foi escolhida na Espanha, em 23 de abril de 1930, por conta do falecimento do escritor espanhol Miguel de Cervantes, em 1.616. (anteriormente era celebrado em 7 de outubro, por causa do nascimento do referido autor). 

Em 1996, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, em virtude de 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.

Quem sabe um dia eu escreva um livro. Confesso que é um velho sonho. Mas, por enquanto, vou postando meus pontos de vista e devaneios neste espaço mesmo. Quem sabe uma copilação desses mesmo textos, só o futuro dirá. 

Conheço gente que só leu o Pequeno Príncipe, isso porque foi miss caipira no colégio ou algo assim. Ainda tem aqueles que leram um só livro (Crime e Castigo lidera na preferência dos pseudo-safos) e querem discutir Literatura em mesas de bar. 

Aos amigos, leitores e alguns colegas jornalistas (que não leem nem bula de remédio) fica a dica: leiam. A velha máxima de “ler para ser” é imbatível e atemporal. 

"Sempre vivi no mundo de ação e de mentira, e eu penso sinceramente que o escritor não tem que dar colher de chá para o sobrenatural. Tampouco para a realidade.” - Marcelo Mirisola, em seu livro "Charque".

Elton Tavares

Fonte: Wikipédia, UOL e achismos deste blogueiro.  

Hoje rola "Show Vulcanizadas Vozes" no Projeto Botequim

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Hoje rola Roda de Chorinho no Motor's Café Gourmet (Araxá)

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Hoje, Dia 23 de abril, se comemora o DIA NACIONAL DO CHORO, em homenagem a Pixinguinha, expoente da Música Popular Brasileira. Para celebrar essa data, estará conosco ADAMOR DO BANDOLIM, como é conhecido no meio artístico, que no ano passado submeteu-se a uma cirurgia de catarata no olho esquerdo e não foi bem sucedida, com a perda da visão.

O mestre comandará uma RODA DE CHORO acompanhado por nomes expressivos da música amapaense como Beto Violão 07 Cordas, Mestre Nonato Leal, Lolito do Bandolim, Mestre Benjamim e outros.

Você que aprecia o CHORO, prestigie e ajude!

segunda-feira, abril 22, 2013

Música de agora: Socorro - (Arnaldo Antunes) - Versão: Cássia Eller

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Socorro - (música de Arnaldo Antunes) - Versão: Cássia Eller

Socorro, não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir
Socorro, alguma alma, mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva
Socorro, alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento
Encruzilhada
Socorro, eu já não sinto nada
Socorro, não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir
Socorro, alguma alma, mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta,
Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva

Em Macapá, assalto com refém termina com bandido gravemente ferido

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Funcionários e clientes de uma loja no centro de Macapá passaram por momentos de pânico na tarde desta segunda-feira (22). Um criminoso armado fez vários reféns após uma tentativa de assalto a uma agência bancaria.

Por volta das 15h uma dupla de assaltantes armados tentou roubar um banco, no entanto, ao serem alvejados pela polícia, no início da fuga, um dos bandidos foi ferido gravemente e encaminhado ao hospital; o outro fugiu para dentro do estabelecimento comercial próximo a agência.

Se identificando como Alexandre, o assaltante exigiu colete à prova de balas, a presença de familiares e até mesmo de um senador para que todos os reféns fossem libertados. Todavia, após uma dramática negociação o mesmo se entregou e foi encaminhado ao CIOSP do Pacoval.

Público da Assembleia do PPA-P no distrito do Maruanum surpreende

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Na manhã deste sábado, 20, moradores de 28 comunidades do distrito do Maruanum, participaram em Santa Luzia da terceira assembleia do Plano Plurianual (PPA). Essa foi a primeira grande reunião realizada no interior e contou com a presença do prefeito Clécio Luís, secretários e vereadores de Macapá. Aproximadamente 320 moradores se credenciaram e elegeram 32 delegados para representar a região nas próximas etapas de construção do PPA-P. Todas as comunidades conseguiram eleger delegados.

O prefeito Clécio destacou a importância da participação de todos os moradores de Macapá, inclusive os distritos. “É uma meta a ser alcançada, precisamos da participação de todos para construirmos uma gestão sensata e que traga benefícios para a população”. As principais reclamações foram relacionadas ao transporte, tanto coletivo, como para atender demandas de saúde e educação. Em Maruanum a surpresa foi a participação de moradores  de todas as localidades que chegaram usando todos os meios de transporte.

Os questionamentos dos moradores foram respondidos pelos secretários, a exemplo do item habitação, esclarecido pelo secretário de Desenvolvimento e Urbanismo, Éden Paulo. De acordo com ele, a Secretaria está fazendo um levantamento socioeconômico das condições de moradia e cadastro das famílias. “As políticas públicas para resolver problemas habitacionais eram pensadas somente para a capital, hoje nós estamos invertendo essa lógica e pensando na elaboração de projetos específicos para cada região”, concluiu.  

A PMM levou outras ações para o Maruanum além da escolha dos representantes. A Secretaria de Saúde promoveu a campanha de vacinação contra a gripe; a Senduh fez o cadastro socioeconômico, e a Fundação de Cultura proporcionou para as crianças um espaço especial, com biblioteca, pinturas e brincadeiras. 

Os delegados passam a representar o distrito no processo do PPA-P junto com os eleitos nos demais bairros e distritos de Macapá. A grande responsabilidade é a construção das propostas que irão ajudar a gestão dos próximos quatro anos. Nesta semana serão realizadas Assembleias na Zona Norte, reunindo amanhã, 23, moradores dos bairros Renascer I e II, Infraero I, São Lázaro e Pantanal. Na quinta-feira, 25, é a vez de quem mora no Perpétuo Socorro, Pacoval, Laguinho, Jesus de Nazaré e Cidade Nova.

Sharlote Sandim
Asscom Prefeitura Municipal de Macapá
Contato: (96) 9154 8850

Chapa 1 tem nova composição para as eleições da OAB Amapá

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Foi consolidada na última sexta-feira, 19, a nova composição da Chapa 1 para as Eleições da OAB Seção Amapá 2013/2015. Com o slogan “A Ordem é dos Advogados”, a nova chapa tem como candidato à presidente o advogado Cícero Bordalo Jr. e como vice-presidente a advogada Adrianna Ramos.

A decisão pela escolha dos novos membros da chapa foi consensual entre os advogados que apoiavam a Chapa “OAB no rumo certo”, suspensa após decisão liminar que impediu a permanência dos advogados Paulo Campelo e Cassius Lemos Carvalho na disputa.”Recebo mais este desafio em minha vida, esperando resgatar a serenidade, o respeito, o fortalecimento e a união da classe”, disse o candidato à presidência da OAB, por meio da Chapa 1, Cícero Bordalo Jr, que se afastou da sua atuação como Conselheiro Federal da OAB, em Brasília.

A advogada Adrianna Ramos já milita na advocacia há dez anos. De tradicional família amapaense, é formada pela Universidade Paulista de São Paulo. Tem com referência profissional, o pai, o advogado Paulo José que atua na advocacia amapaense, especialmente no Tribunal do Juri, há 33 anos. “Temos o compromisso de poder defender e fazer cumprir as prerrogativas do exercício ético, combativo e responsável de nosso ofício”, destacou Adrianna.

Chapa 1:

Presidente CÍCERO BORDALO JÚNIOR
Vice Presidente ADRIANNA RAMOS
Secretário Geral DAVI IVÃ
Secretário Geral Adjunto ALEX SAMPAIO
Tesoureiro EVANDRO SALVADOR

Serviço:

Thainá Rodrigues
Assessoria de Comunicação
Dune Comunicação Corporativa
(96) 81212470 / (96) 30810094
 Siga @dunecomunicacao

Música de agora: Cinema Mudo - Os Paralamas do Sucesso

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Cinema Mudo - Os Paralamas do Sucesso

Uôle bolê 
ô ô ô ô ô ô ô (3X)

Amor sem palavras
Cinema mudo
Não falo nada 
Você sabe tudo
ô ô ô ô ô ô ô ô ô

A noite chega
Me dá um toque
Melancolia não dá ibope
ô ô ô ô ô ô ô ô ô

Eu tenho que aprender a dizer tudo
que eu sinto por você
Eu tenho que aprender
Num desses seriados da tevê

Nostalgia...

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Às vezes, todos temos saudades dos velhos tempos. 

Ateliê de arte fluvial lança documentário nesta terça-feira

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O projeto “Tecno Barca: Um Atelie Galeria Itinerante sobre a Terra das Águas”, que viagem promovendo oficinas de artes para ribeirinhos fará nesta terça-feira (23), às 20h, no auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, o lançamento oficial do documentário e catálogo que reúne as experiências vividas durante o projeto.

O vídeo traz o trabalho desenvolvido na Escola Bosque e teve a participação de alunos e moradores de diversas ilhas do Bailique. Composto por cinco oficinas de artes visuais (Autorretrato, Performance, Pintura, Art Postal e Instalação), o Tecno Barca também promoveu uma exposição itinerante, batizada de Galeria de Arte Flutuante. 

Em cada ilha onde o barco aportava, a população era convidada a interagir com os trabalhos produzidos nas oficinas, com os ambientes internos da embarcação que foram recriados com instalações, colagens, objetos, projeções de vídeos, exposição de fotografias e relatos de experiência dos participantes do projeto. O lançamento do documentário no Bailique será dia 30 de abril, no auditório da Escola Bosque, na Vila Progresso, no Bailique.

Grupo Dart

Em Macapá, o lançamento do documentário e catálogo com textos e imagens desta empreitada, contará também com a exposição do Grupo Dart, formado por três jovens bailiquienses (Elias dos Anjos, Alelson Araújo e José Antônio) participantes das vivências do projeto.

A exposição do Grupo Dart ocupará a Galeria de Artes da Biblioteca Pública da Macapá no período de 23 de abril a 23 de maio e apresenta trabalhos de pintura produzidos em superfícies de madeira, zinco, palha e outros materiais. Sendo este procedimento artístico a linha de investigação poética do grupo residente na ilha de Igarapé Grande do Curuá, no Bailique.

Tecno Barca

O projeto foi contemplado com o Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais 2011 e Premio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente 2012 (Banco da Amazônia, Sebrae e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Foi idealizado e coordenado pelo Bando Filhotes de Leão (RJ), que tem em sua formação os artistas amapaenses Wellington Dias, Anderson Barroso e Tássia Malena, e no Amapá contou com a produção executiva de Marina Beckman (Cia Supernova Teatro Experimental). Para o final do ano de 2013 está previsto a segunda edição do Tecno Barca de volta ao Bailique, desta vez, dialogando e navegando em direção às outras comunidades do Arquipélago que não foram visitadas.

domingo, abril 21, 2013

Homenagem ao grande jornalista Corrêa Neto

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O senador Randolfe Rodrigues e toda a sua equipe lamenta o falecimento do maior jornalista que o Amapá já teve, Antônio Corrêa Neto, na manhã de hoje (21). 

Homem de honra e grande ética, que fazia jornalismo com responsabilidade e com o cuidado que merece a informação.

Pai, avô e amigo, fica o legado, a saudade e o exemplo de pessoa.

Que descanse na graça de Deus, para nós familiares e amigos ficam as recordações.

"Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração..."

-- 
Carla Ferreira
Contato: (96) 81109700
Twitter: @Carlinha_F
e-mail: carlinhamrf@gmail.com

Hoje faleceu o jornalista Antônio Corrêa Neto

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Hoje (21), morreu o jornalista Antônio Corrêa Neto. Não sei ao certo a causa da morte, mas sei que ele tinha alguns problemas de saúde há anos. Eu não conhecia o Corrêa pessoalmente. Tratei com ele algumas vezes por telefone e conversei várias vezes pelo Facebook. E, como todos os jornalistas de Macapá, lia todos os dias, religiosamente, seu site. 

Aquele lance dele sempre publicar o direito de resposta, mesmo que o interessado não entrasse na Justiça para tal. A abordagem dos assuntos em sua coluna “Geleia Geral”, a forma com que ele elogiava ou criticava era de um refinamento ímpar. Eu admirava o Corrêa.

Sei o que os colegas Márcia e Marcelo estão sentindo neste doloroso momento, pois já perdi meu pai. É uma barra muito pesada para qualquer um. Desejo força aos dois. 

Corrêa era respeitado por jornalistas, políticos, empresários e as demais classes da sociedade amapaense. Era um formador de opinião consistente, imparcial, crítica, séria e com senso de Justiça.  Um verdadeiro exemplo de jornalista para os que atuam nesta profissão. 

O velório de Corrêa Neto será realizado na Capela Santa Rita, no bairro homônimo, localizada perto do Hospital São Camilo. 

Ao Corrêa, meu respeito. Que ele siga seu caminho de luz. Aos familiares e amigos do nobre colega, minhas condolências. 

Elton Tavares

sábado, abril 20, 2013

Várias vidas que vivemos e não vivemos

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Hoje, li ”As vidas que deixamos de viver” de Contardo Calligaris. O autor disse: "Algumas vidas não vividas. São alternativas descartadas pela inércia da nossa história ou porque o desejo da gente é dividido, e escolher implica perder o que não escolhemos. Outras são acasos que não aconteceram (é possível passar pela vida sem encontrar ninguém ou encontrando muitos, mas todos na hora errada). Também, mais dolorosamente, as vidas não vividas são caminhos pelos quais não ousamos nos enveredar (na inscrição para o vestibular, na decisão de voltar de um lugar onde teríamos começado outra vida, nos conformismos de cada dia)". 

Adorei este pequeno texto. Sobre isso, tenho certeza que escolhi a vida que quero viver, mesmo com os dissabores acarretados pela escolha. Nós sempre esquecemos, nos adequamos ou superamos pequenas e grandes adversidades. Cada um do seu jeito. E não interessa o que os outros acham ou gostariam, no final, o que importa é você, sempre! 

Se há 10 anos, me dissessem que eu me afastaria de tanta gente que convivia quase que diariamente, não botaria fé. Algumas vezes por causa de pedras em minhas mãos, como disse Renato. Outras por conta da crueldade dos outros. E ainda houve aquelas situações em que ninguém teve culpa, foi só a vida e suas/nossas escolhas.

É, às vezes sou egocêntrico, nem sempre justo, infantil, sensível ou insensível demais. Sei que hoje sou melhor que ontem e amanhã será assim também. Eu tenho medos, pontos de vista e convicções que não agradam muitos, mas fazem parte de mim. Se as escolhas foram certas? Sim, pois sou feliz!

Aí alguns dirão ou pensarão: lá vem esse maluco com mais uma auto-reflexão-piegas, de novo!

É, gosto disso. Enfim, sou um chato e obsessivo cara feliz. Um sujeito que detesta um bocado de coisas e pessoas, mas que ama muito mais do que odeia. E com uma certeza plena: até aqui, tudo valeu à pena! 

Um ótimo resto de sábado pra todos nós!

Elton Tavares

Para que serve uma Rádio Universitária (Por Fernando Canto)

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Talvez não fosse bem esse o termo para o título do presente artigo. Melhor seria “para quem serve uma rádio universitária”.

A ideia é esclarecer pessoas que vêem na futura emissora da UNIFAP um instrumento para a divulgação de suas ideologias políticas e/ou religiosas e que fingem não acreditar que a Universidade Brasileira é laica, assim como é o Estado, bem descrito em artigo Constitucional. Por outro lado, também existem artistas que a têm como veículo de suas criações musicais, e que acham que uma rádio universitária só deve tocar músicas produzidas no Amapá ou por amapaenses, mostrando um nativismo exacerbado, para não dizer xenofóbico. Não compreendem que o termo universidade é o mesmo que totalidade; que vem de Universo, portanto amplo e irrestrito, qualidade de universal.

Um dos objetivos das rádios universitárias públicas é ser laboratório para complementar a formação dos estudantes de comunicação e de cursos afins.

As rádios universitárias federais são determinadas a permitir e a garantir o debate de ideias heterogêneas dos mais diferentes segmentos sociais, num processo dialético e irrestrito, aquele que prima pelo conhecimento e pelas verdades dos paradigmas científicos ou de sistemas filosóficos vigentes, e sempre em choque, em evolução.

O sistema de radiodifusão brasileira categoriza as rádios universitárias, quer sejam públicas ou privadas, como educativas, porque as universidades têm competência para serviço de radiodifusão, embora a legislação não determine que papel as emissoras devam cumprir em relação as suas programações. Por isso os especialistas dizem que cada uma faz a formatação de sua programação que entende ser a melhor.

A Rádio Universitária da UNIFAP tem como consignatária a Empresa Brasileira de Comunicação S/A – EBC. Por ser pública, e ligada a uma IFES, não podemos reproduzir o que as rádios comerciais fazem, mas sim produzir novos conhecimentos e contribuir para a formação de novos profissionais de jornalismo e para que a Universidade e a sociedade sofram mudanças para melhor.

Entretanto, há experiências nacionais de que nenhuma rádio universitária se sustenta enquanto proposta teórica e educacional ou somente científica-erudita-cultural para transformar a realidade brasileira. Sua prática deverá ser conduzida para cumprir um importante papel na formação de alunos, na divulgação do conhecimento, na democratização da comunicação e da extensão universitária.

Por ser uma Rádio Universitária pública tem perspectivas laboratoriais e públicas. Por ser pública enseja que seu público são “Todos”, aqueles que estão ligados a condição da cidadania, com sua igualdade de direitos e deveres.

Daí, então, a pluralidade de sua programação e a diversidade cultural com que ela deve chegar aos diferentes públicos.

Como realidade, a Rádio Universitária da UNIFAP é um marco na comunicação do Estado porque chega antes do curso de Comunicação da instituição e por pretender, após sua liberação total pelos órgãos competentes de telecomunicações, pensar em públicos diferentes, com a nobre missão de informar, educar, entreter e estar a serviço do interesse público. Pensar, divulgar e enriquecer com isso a cultura regional e as coisas por nós produzidas, no Amapá, na Amazônia e no Brasil.

Não é meta, ainda, cobrir todo o território amapaense, até porque as rádios universitárias têm média potência, mas no futuro queremos atingir variados públicos, pois uma rádio universitária deve ser uma ferramenta contra o monopólio da informação e a serviço da sociedade.

Estamos em processo de instalação e por isso teremos um Regimento e um Conselho de Administração que regulamentarão a sua programação, pois uma Rádio Universitária que tem função social não pode ser direcionada para grupos privilegiados de ouvintes ou clubes, mas essencialmente para a sociedade, para Todos (Para melhor compreensão indico o texto de Sandra de Deus “Rádios Universitárias Públicas: compromisso com a sociedade e com a informação”. Rev. Em Questão, vol. 9, Porto Alegre, 2003).


Pororoca Solidária distribui roupas, material escolar e alimentos às famílias ribeirinhas

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O fenômeno da Pororoca, antes tido como uma ameaça, torna-se um aliado para a população ribeirinha do baixo do rio Araguari. O surf na pororoca rompeu barreiras e com projetos sócio ambientais, Serginho Laus e o Instituto Pororoca, em parcerias com a Prefeitura Municipal de Macapá, Instituto Municipal de Turismo (MacapaTur) e Secretaria Municipal de Ação Social e Trabalho (Semast) levam uma ação inédita para aquela região isolada.

A campanha Pororoca Solidária tem como objetivo arrecadar roupas, material escolar e alimentos não perecíveis para serem distribuídos entre os ribeirinhos carentes e com dificuldade em receber assistência, que vivem em regiões nas quais ocorre a onda mais longa do mundo, a Pororoca.

Os interessados podem deixar suas doações nos diversos postos de arrecadação espalhados pela cidade: loja Acredilar da Rua Cândido Mendes, Amazonas Importados na Praça do Barão, no Prédio da rádio e jornal Diário do Amapá e no prédio do Jornal a Gazeta.

Além das doações, a PMM, através da Semast, irá distribuir Kit’s Bebê e fazer a busca ativa de famílias das comunidades da foz do rio Araguari em estado de vulnerabilidade social, para inseri-las no Cadastro Único e, a partir daí, possam participar de programas sociais. O foco é fortalecendo ainda mais essa iniciativa entre o poder público, o terceiro setor e surfistas.

Todos estão mobilizados em ajudar o próximo, numa ação social que também terá muita adrenalina com o surf na selva. “Já fui muito ajudado pelos ribeirinhos do rio Araguari, agora me sinto no dever de retribuir toda essa assistência que me deram nesses 13 anos aqui no Amapá. Sou um interlocutor deles na cidade, com as autoridades e veículos de comunicação. Quero fazer a diferença e ver o sorriso deles ao longo das etapas desse movimento, diz Serginho Laus, duas vezes recordista mundial na pororoca (Guinness Book), ambientalista e especialista em ondas de marés.

Período de doações – Até as 12hs do dia 23 de abril.

Pontos de doação – Loja Acredilar da Rua Cândido Mendes, Amazonas Importados da Praça do Barão, Rádio e jornal Diário do Amapá, jornal a Gazeta.

Entrega das doações – De 25 a 28 de abril.

Renata Sampaio - Asscom MacapaTur

sexta-feira, abril 19, 2013

Música de agora: Cachimbo da Paz - Gabriel O Pensador

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Cachimbo da Paz - Gabriel O Pensador

A criminalidade toma conta da cidade
A sociedade põe a culpa nas autoridades
O cacique oficial viajou pro Pantanal
Porque aqui a violência tá demais
E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental
E fumava um cachimbo da paz
O presidente deu um tapa no cachimbo e na hora
De voltar pra capital ficou com preguiça
Trocou seu paletó pelo fio dental e nomeou
O velho índio pra ministro da justiça
E o novo ministro chegando na cidade,
Achou aquela tribo violenta demais
Viu que todo cara-pálida vivia atrás das grades
E chamou a TV e os jornais
E disse: "Índio chegou trazendo novidade
Índio trouxe cachimbo da paz
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta
Dizem que é do bom
Dizem que não presta
Querem proibir, querem liberar
E a polêmica chegou até o congresso
Tudo isso deve ser pra evitar a concorrência
Porque não é Hollywood mas é o sucesso
O cachimbo da paz deixou o povo mais tranqüilo
Mas o fumo acabou porque só tinha oitenta quilos
E o povo aplaudiu quando o índio partiu pra selva
E prometeu voltar com uma tonelada
Só que quando ele voltou "sujou"!!!
A polícia federal preparou uma cilada
"O cachimbo da paz foi proibido,
entra na caçamba, vagabundo!
Vamô pra DP! Ê êê! Índio tá fudido porque lá o pau
Vai comer!"
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Na delegacia só tinha viciado e delinquente
Cada um com um vício e um caso diferente
Um cachaceiro esfaqueou o dono do bar porque ele
Não vendia pinga fiado
E um senhor bebeu uísque demais, acordou com um travestí
E assassinou o coitado
Um viciado no jogo apostou a mulher, perdeu a aposta
E ela foi sequestrada
Era tanta ocorrência, tanta violência que o índio
Não tava entendendo nada
Ele viu que o delegado fumava um charuto fedorento
E acendeu um "da paz" pra relaxar
Mas quando foi dar um tapinha
Levou um tapão violento e um chute naquele lugar
Foi mandado pro presídio e no caminho assistiu um
Acidente provocado por excesso de cerveja:
Uma jovem que bebeu demais atropelou
Um padre e os noivos na porta da igreja
E pro índio nada mais faz sentido
Com tantas drogas porque só o seu cachimbo é proibido?
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Na penitenciária o "índio fora da lei"
Conheceu os criminosos de verdade
Entrando, saindo e voltando cada vez mais
Perigosos pra sociedade, aí, cumpádi, tá rolando
Um sorteio na prisão pra reduzir a super lotação
Todo mês alguns presos tem que ser executados
E o índio dessa vez foi um dos sorteados
E tentou acalmar os outros presos:
"Peraí..., vamô
Fumar um cachimbinho da paz"
Eles começaram a rir e espancaram o velho índio
Até não poder mais
E antes de morrer ele pensou:
"Essa tribo é atrasada demais...
Eles querem acabar com a violência,
mas a paz é contra a lei e a lei é contra a paz"
E o cachimbo do índio continua proibido, mas se você quer
Comprar é mais fácil que pão
Hoje em dia ele é vendido pelos mesmos bandidos que mataram
O velho índio na prisão
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Sente a maresia
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Sente a maresia, acende, puxa, prende, passa, uuu...
Apaga a fumaça do revólver, da pistola