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segunda-feira, outubro 13, 2014

Há sete anos, uma reunião de amigos em minha casa

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Na foto (da esquerda pra direito) estão: Edinho (em pé), Bruno (sentado), eu, Paulo (camiseta vermelha), Patrick, Guga, Adê e Edmar. A velha turma. Bons tempos!

quinta-feira, setembro 25, 2014

Supermercado Brunzwick (foto) - via blog da Alcilene

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Supermercado Brunzwick, onde hoje é o Santa Lúcia da Padre Júlio (via blog da Alcilene)- Foto: Geraldinho Nunes.

Meu comentário: na primeira metade dos anos 80, eu adorava ir ao Brunzwick com meus pais. Era o nosso shopping da época (risos). Lembro bem do parquinho que tinha ao lado do supermercado. Saudades!

quarta-feira, setembro 17, 2014

A Santa Inquisição do Fofão (crônica republicada a pedido)

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Lembro-me bem, no início dos anos 90, do pânico em Macapá causado por um boato “satânico”. Espalhou-se que teria uma adaga ou punhal dentro do boneco do personagem Fofão, por conta de um pacto demoníaco com “o coisa ruim”, feito pelo autor do mesmo.

Iniciou-se uma caça, sem precedentes, ao brinquedo. Uma Santa Inquisição do Fofão!

Meu irmão e eu vitimamos os bonecos das primas (prima sempre tinha Fofão, boneca da Xuxa ou Barbie). Na época, muitos diziam que ouviram do primo do vizinho do fulano, que uma pessoa tinha sido assassinada pelo próprio boneco.

O Fofão tinha uma cara enrugada, era tosco, usava uma roupa parecida com a do Chucky (o brinquedo assassino), e dentro ainda tinha uma haste (punhal) de plástico, que era usado para manter o seu pescoço em pé. Realmente os fatos estavam contra ele. 

Houve até queima dos portadores do mal, em praça pública. Sim! Naquela praça que ficava em frente ao cemitério São José, que hoje abriga a nova Catedral, homônima ao depósito de pés juntos. 

Na verdade, comprovou-se que o fato não passou de um golpe de marketing, pois muita gente comprou só para conferir e destruir o brinquedo em seguida. Coisas como o lance das músicas da Xuxa que, como se falou na mesma época, se tocadas ao contrário, continham mensagens do diabo. Hilário! 

Fora o fato de a população potencializar suas crendices e atos insanos por conta de um mero boato.

Foi muito divertido. Ateei fogo em vários Fofões, e foi muito melhor do que a época junina. A maioria dos moleques adorou, e grande parte das meninas chorou a partida daquele tão querido brinquedo. 

Concordo com o dramaturgo inglês, William Shakespeare, quando ele escreveu que “há mais coisas entre o céu e a terra do que a nossa vã filosofia”. Mas o episódio do Fofão foi uma histeria generalizada, uma espécie de Santa Inquisição dos brinquedos.

Elton Tavares

*Essa crônica foi uma das primeiras publicadas neste blog. Uma amiga lembrou do texto e pediu para republicá-lo. 

terça-feira, setembro 09, 2014

Em algum lugar do passado...

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Eu (moleque de short verde) com a Vó Peró, minha mãe Lúcia e meu pai Zé Penha. Em algum lugar do passado. Saudades!

quarta-feira, agosto 27, 2014

Túnel do tempo: Antigo estacionamento do Banco do Brasil

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Fotografia dos anos 80, vista da Fortaleza de São José de Macapá para o Banco do Brasil. Hoje, essa área é gramada e faz parte do projeto de entorno fa Fortificação. 
(acervo Zé Duarte)


terça-feira, julho 01, 2014

As memoráveis férias de julho em Macapá e a babaquice de quem não sabia curtir

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Começou o mês de julho. Em outra época, o período mais aguardado pelos jovens amapaenses. A galera que não viajava tinha a oportunidade de rever os amigos. A maioria deles, estudantes que moravam em vários estados do Brasil. Era aí que rolava a troca de informações culturais e a indignação. Nós inventávamos festas divertidíssimas, com muito rock e birita barata.  Oh “ajuntamento”paidégua aquele. 

Alguns amapaenses, mais exigentes e com a memória fraca, ficavam mordidos com o fato de Macapá não mudar. Eles falavam que não tinha isso ou aquilo, que a cidade onde moravam era o máximo, que todos lá eram legais e blá, blá, blá. Era aquele velho papo para encher os olhos e ouvidos de quem nunca saia daqui, era mais para aparecer, pois a maioria terminou os estudos e voltou para cá, onde as oportunidades ainda são grandes. 

Mas também tinha a galera que notava todos os contras de nossa terra, mas não dava importância, pois estavam felizes de estar com a família e amigos. A mudança de comportamento dessas pessoas era de acordo com sua personalidade, os legais saíram daqui e voltaram cheios de novidades, idéias e muita vontade de mudar Macapá para  melhor. 

Já os pregos, chegavam torcendo o nariz e (pasmem) até mudavam sua forma de falar, com sotaques e vícios de linguagem das respectivas cidades onde moravam. Sabemos que, em alguns casos, é normal que pessoas absorvam o linguajar do local onde moram, mas a maioria deles era pura falta de personalidade mesmo.

Tinha cada figura. Nós éramos rotulados de loucos, pois escutávamos rock e fazíamos o que dava na telha. Fomos alvo de uma moçada “careta” que fazia o tipo politicamente correta. Até esses patetas irem estudar fora do Amapá. Foi um choque para eles, teve santa que virou puta, teve prego que virou safo, sapo que virou príncipe e princesa que virou baranga. E vice-versa. 

Alguns, que eram babacas, viraram caras legais e outros, que eram legais, se tornaram chatos esnobes. Parecia muito com o papo do Douglas, aquele personagem do ator Bruno Garcia, no filme “Lisbela e o Prisioneiro”. 

Douglas era um pernambucano, que se esforçava para falar com sotaque carioca, pois tinha passado um tempo no Rio de Janeiro e ao voltar para sua cidade natal, desdenhava de tudo, pois as coisas boas se passavam no "Rio di janêiro". A grande febre dos anos 90, na capital amapaense, foram as boites e barzinhos. A noite ficava mais agitada, todos estavam afim de diversão (é incrível, mas tinham mais opções que hoje).

Foi uma época em que a vida noturna local era muito mais badalada (não sei se essa opinião é a confirmação de que estamos ficando velhos). O mais legal eram as festas. Rolavam muitas festinhas nas casas, reuniões de amigos, regadas a rock e vinho barato. 

Já tivemos “julhos memoráveis”, eventos marcantes como o Dia Mundial do Rock, realizado pelo Bio Vilhena, noites no antigo Mosaico, show do U2 Cover e quando inventamos o Lago do Rock (para combater a micareta), som legal e companhia paidégua. Nostálgico!

Casos e mais casos engraçados. Conhecemos tanta gente assim, mas o melhor das férias de julho, quando não viajávamos, era rever os amigos, a maioria deles não era como as que citamos neste texto. Eles amam este lugar tanto quanto nós e ficavam felizes em estar conosco, os provincianos enraizados por vontade própria (risos).

Elton Tavares e André Mont’Alverne

sábado, junho 07, 2014

A velha e forte brodagem!

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Eu e o mano Emerson na primeira metade dos anos 90. Desde sempre, meu irmão caçula foi o melhor amigo e maior parceiro. É brodagem e amor forever! 

segunda-feira, maio 26, 2014

Eu, há 37 anos (foto)

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Muitos vão dizer que o moleque que engatinha na direção do pai na foto era/é feio pra caramba, mas a mãe dele e alguns parentes o achavam lindo (risos). Eu, há uns 37 anos (uma foto pra constar na sessão túnel do tempo deste blog). 

sábado, maio 17, 2014

Túnel do tempo: família anos 80.

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Quem me conhece sabe: adoro fotos antigas. Hoje ganhei essa aí dos anos 80. Nela, da esquerda pra direita estão: eu tio Paulo, meu saudoso pai, Zé Penha, minha mãe Lúcia, tia Maria e o amigo deles Silvio Leopoldo (também falecido). Graças a Deus, meus tios e mãe ainda fazem nossa felicidade por aqui. Como diz o poeta: "Haja hoje para tanto ontem"

Elton Tavares

quinta-feira, maio 15, 2014

Túnel do Tempo: Trampo no Jari em julho de 2011

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Eu, Marcelo Lima e Márcia do Carmo. Durante dois dias (e mais dois viajando), fizemos coberturas de escutas públicas no Vale do Jari (Vitória do Jari e Laranjal do Jari).  Marcelo e Marcinha são ótimos profissionais. Aprendi muito com estes dois amigos. – Foto: Paulo Penafort (nosso motora)

terça-feira, maio 13, 2014

Túnel do tempo

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Eu, quando trampava na Cunha & Tavares Consultoria. Acho que isso foi no início dos anos 2000. Atrás de mim, minha tia Maria Penha, que sempre me orientava no trabalho.Como diz o amigo Fernando Canto: estrada do tempo!

terça-feira, maio 06, 2014

Enilton, o atleta

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Todas as pessoas que conheço, nascidas na Macapá dos anos 50 e 60, afirmam que o professor Enilton José Cardoso, marido da minha mãe, foi um grande atleta (literalmente, pois o cara é porrudo). Ontem (5), escaneei algumas fotos pra ele. Essa é do então estudante Enilton no Desfile Cívico em 13 de Setembro, aniversario do ex Território Federal do Amapá, em 1969, pelo Colégio Amapaense. 

sexta-feira, maio 02, 2014

Foto não tão velha...

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Engordei e deixei a barba. E lá se vão 10 anos. 

"O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover.. êê,êê"

quarta-feira, abril 02, 2014

Devaneio de hoje: Antigamente

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Antigamente a gente escrevia na camisa dos colegas no fim do ano, o que simboliza que cada um levaria a lembrança daquele colega ou amigo. Antigamente nós rabiscávamos o gesso da fratura que a pessoa querida tinha adquirido em algum acidente, diziam que ajudava na torcida para a calcificação rápida ou algo assim. 

Antigamente rolava ovada nos aniversariantes, brincadeira pra lá de sem graça com quem tava de berço. Ah, por falar em gracejos de mau gosto, também lembro que antigamente nós “conferíamos” o caderno do colega, numa disputa doida de que estragava mais o material alheio. Antigamente a gente ouvia tudo na fita, no vinil ou no CD. 

Antigamente todo mundo se conhecia em Macapá, se não de falar, pelo menos de vista. Muitos dizem que, antigamente, eu era mais legal. Já acho que antigamente era mais bobo e servia de besta para os que gostam deste gordo de antigamente. Antigamente voltávamos bêbados da cabeça do velho Trapichão, após termos matado aula no Colégio Amapaense, sempre desviando de buracos que o antigo cais tinha na madeira deteriorada. 

Antigamente era doido varrido. Hoje, muito menos. Antigamente eu vivia na casa da vovó, com ela, meu pai e tios. As reuniões eram mais frequentes. Antigamente tava todo mundo aí: Zé, Ita e João. Antigamente o Emerson morava aqui. Sinto saudades deles todos os dias. 

Antigamente nós, os malucos da cidade, andávamos de pisada pelas ruas de Macapá. Todo mundo duro, totalmente liso, contanto moedas para a coleta da birita. E por incrível que pareça, é uma lembrança feliz. 

Antigamente eu era um arruaceiro, hoje um cidadão mais comum, mais ainda fora dos padrões. “Eu não ando só, só em boa companhia" - Vinícius. Quem anda comigo é que anda em má companhia, pois não se faz mais malandro como antigamente. Às vezes, a nostalgia faz com que a gente sinta muita saudade do que foi vivido e o “antigamente” parece ter sido mais feliz. 

O passado está muito bem guardado na memória e no coração, como foi antigamente e como será no futuro. Só que são somente boas lembranças, pois a vida é firmeza agora. Bora viver! 

Elton Tavares

quarta-feira, março 26, 2014

Túnel do tempo: Há cinco anos, Nando Reis tocou em Macapá

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Em 26 de Março de 2009, eu trabalhava no Portal Amazônia. Minha matéria do dia era sobre o cantor e compositor Nando Reis, que iria se apresentar naquela noite em Macapá. O artista veio acompanhado da banda “Os Infernais”.  

O show foi no Ceta Eco Hotel. Quem trouxe Nando e banda foi a  Caixa Econômica Federal (CEF/AP), por meio do projeto "Eu faço Cultura (EFC)" Valeu, Anderson, aqueles ingressos foram muito bem-vindos, pois foi um showzaço! 

E lá se vão cinco anos.

Elton Tavares

sábado, março 22, 2014

Há cinco anos, vi o show do Radiohead em São Paulo

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Existem experiências na vida que não esquecemos jamais. Em 22 de março de 2009, há exatamente cinco anos, fui com um grupo de amigos à São Paulo assistir o show da banda inglesa Radiohead.

Naquele dia, após comer uma picanha argentina no Mercado Municipal de Sampa, nos dirigimos para a Chácara do Jóquei, local do Festival “Just a Fest”, que contou com as bandas Los Hermanos (parte escrôta daquele 22 de março), Kraft Werk, banda alemã que detonou nos recursos visuais e eletrônicos, justamente como esperávamos. E, é claro, a Radiohead.

Não sei como descrever o show do Radiohead, o ápice da viagem, o termo incrível é pequeno para a magnitude do espetáculo que eles proporcionaram, valeu cada centavo, as 6h de avião, a distância do local do evento (quase não conseguimos sair de lá, uma procissão a zero por hora, risos).

Só não foi a melhor noite da minha vida porque em 2011, também em Sampa, assisti ao show U2 e em 2013, na mesma cidade, o show do The Cure. mês que vem, estarei no  Lollapalooza Brasil 2014, tembém na capital paulista, mas essa é outra história.

O show do Radiohead foi o primeiro grande show, entre tantos que ainda verei na vida. Viva o Rock and Roll!

Setlist do Show do Radiohead:

01. 15 Step
02. There There
03. The National Anthem
04. All I Need
05. Pyramid Song
06. Karma Police
07. Nude
08. Weird Fishes/Arpeggi
09. The Gloaming
10. Talk Show Host
11. Optimistic
12. Faust Arp
13. Jigsaw Falling Into Place
14. Idioteque
15. Climbing Up The Walls
16. Exit Music (For A Film)
17. Bodysnatchers
18. Videotape
19. Paranoid Android
20. Fake Plastic Trees
21. Lucky
22. Reckoner
23. House of Cards
24. You and Whose Army
25. Everything In Its Right Place
26. Creep

sábado, março 15, 2014

Tempos de Liverpool Rock Bar

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O boteco rocker mais paidégua que Macapá já teve. Saudades!

quinta-feira, março 13, 2014

Papo Casal: fui o primeiro a comprar o livro.

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Há exatos seis anos e dois dias, 11 de março de 2008, visitei o Ronaldo Rodrigues, que também é Rony. Era noite. Ele morava na casa da Floriano Peixoto (a galera sabe onde) e estava feliz. Tinha chegado os exemplares de seu livro 'Papo Casal'. 

Tenho orgulho de ter sido o primeiro comprador da obra. Nela, RR ironiza o cotidiano e situações comuns de casais de forma inteligente e divertida. Tenho o livro até hoje, pois a obra é atemporal.    

Elton Tavares

Lembrança boa

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Eu, Paulo Bitenncourt (Boca) e Bruno Mont'Alverne na fila do show do U2, no Estádio do Morumbi (Sampa), no dia 13 de abril e 2011. Esse dia foi demais foda!

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Túnel do Tempo: Na casa da vovó, há 12 anos!

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Eu, tia Maria e meu irmão Emerson, na casa da vó Peró. Foto de 2002.