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sexta-feira, novembro 21, 2014

AP Quadrinhos lança "Agora são outros 300"

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Ronaldo Rony é um cartunista amapaense de currículo invejável. O artista foi responsável por criações como o Homem Açaí e agora vai enveredar pelas histórias épicas no seu mais novo lançamento.

O quadrinho "Agora são outros 300" é uma história épica retratando a jornada dos espartanos pelo ponto de vista desse magnifico Autor. O quadrinho vai estar a venda na Mostra Ôxe na biblioteca Pública, sábado, dia 22

A revista vai custar R$ 7,00 e é a primeira das publicações impressas do desenhista em parceria com o grupo AP quadrinhos.

AP Quadrinhos 

terça-feira, novembro 11, 2014

Dos quadrinhos para o cinema

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quinta-feira, julho 03, 2014

AP Quadrinhos lança revista digital HORROR NIPÔNICO

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Por Mary Paes

Os lançamentos do selo digital do AP quadrinhos continuam. Nesta sexta feira, dia 4, as 19h, no Amapanime Space será lançada a coletânea Horror Nipônico, desenhada pelo desenhista Israel Guedes e escritas pelas roteiristas Danielle Gonçalves e Milena Carvalho. 

As histórias estão todas no estilo mangá. O formato que os japoneses utilizam para produzir os seus quadrinhos. Todas estão em formato digital e serão gratuitas. Além da coletânea, as outras histórias lançadas pelo selo também serão distribuídas. 

O AP Quadrinhos já tem dois anos de existência e mais de seis publicações, entre impressas e digitais. O grupo espera lançar mais duas coletâneas no mês de julho, além de histórias individuais. "Nossa intenção é democratizar a publicação de quadrinhos no estado do Amapá e mostrar ao Brasil que o nosso estado tem muito a oferecer", explica Israel.


sexta-feira, junho 27, 2014

Quadrinhos: Lendas amazônicas ganham novo enredo nas mãos de desenhistas, no Amapá

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Por Paula Monteiro, do Portal Amazônia

A riqueza da fauna e flora da Amazônia e suas potencialidades no mundo científico sempre aguçaram a imaginação das pessoas, especialmente, dos povos da floresta. A magia sobre o que é mito ou realidade nas lendas amazônicas do ‘Mapinguari’, ‘Boto’ e da ‘Cobra Grande’ inspiraram jovens desenhistas a criarem histórias diferentes para os personagens, no Amapá. O novo enredo das fábulas virou uma coletânea com três histórias inseridas na revista digital ‘Amazônia em Quadrinhos’, lançada no mês de junho deste ano, na capital.

O Mapinguari, um dos mais populares monstros da Amazônia, é conhecido entre os nativos por assustar os caçadores na floresta. Segundo relatos, ele possui um grande olho, boca na barriga e mau cheiro para espantar os intrusos. A figura mística assemelha-se a uma preguiça, o que abriu a discussão entre os cientistas da lenda se tratar de uma nova espécie da família do mamífero. O conflito entre as versões é a base da história criada para a lenda na ‘Amazônia em Quadrinhos’, regada com suspense, drama e desenhos ricos em detalhes e movimento. “Nossa intenção também é desmistificar que as lendas amazônicas sejam apenas didáticas. Por isso, fizemos uma história com elementos da lenda, mas com outros conflitos onde deixamos a critério do leitor a interpretação”, explicou Israel Guedes, coordenador do ‘Ap Quadrinhos’.

Guedes também é responsável pelo desenho e edição da nova história da ‘Lenda do Boto’. A narrativa fala sobre uma garota que imagina ser filha do “homem bonito de roupas brancas e chapéu”- o Boto em pessoa. Ela conta a dois amigos que o que sabe sobre o seu desconhecido pai tem tudo a ver com a lenda. Os elementos são simples e de fácil compreensão, além de permitir ao leitor uma análise particular sobre a existência na vida real do então personagem. “É uma história mais leve com traço simples, aproximando dos desenhos infantis. Tentei dar emoção às cenas na variação dos quadros com metalinguagens”, disse.

Além da revista digital ‘Amazônia em Quadrinhos’, os desenhistas lançaram o segundo trabalho do grupo, intitulado ‘Sonho Brasileiro’, na última terça-feira (24). A publicação trata dos anseios do ser humano, inquietações do subconsciente e a relação dos sonhos com a realidade com doses de humanismo e amor. A história tem o diferencial de ser 100% ilustrada à mão. O encarregado pela arte é Roberto Vanderley, o mesmo desenhista de ‘Mapinguari’. “A abordagem é psicológica e mostra as realidades que o subconsciente constrói seja acordado ou dormindo, onde imprime o medo, expectativas e relacionamentos. As imagens são ilustradas à mão, com todos os efeitos de grafite, sem auxílio digital. Também faz menção à Copa do Mundo de Futebol”, falou o coordenador.

Sobre o ‘AP Quadrinhos’

A ideia de abordar as lendas amazônicas em um contexto diferente do tradicional foi dos jovens desenhistas que integram o grupo ‘AP ‘Quadrinhos’. Criado há dois anos, a organização é a primeira do segmento onde reúne amantes de quadrinhos no Estado e também estimula e descobre novos talentos através de oficinas e divulgação das produções. Atualmente, conta com 15 integrantes atuantes.

Onde ler

Para ter o trabalho mais conhecido e de fácil alcance, o grupo resolveu lançar o ‘Selo Digital AP Quadrinhos’. A ferramenta permite a transposição das histórias em quadrinhos na versão impressa para o digital, gratuitamente. O material pode ser conferido através de links do perfil do grupo nas mídias sociais. Lá, o leitor encontrará a revista ‘Amazônia em Quadrinhos’- a qual reúne três histórias sobre lendas amazônicas em outros contextos – e uma história avulsa e fechada ‘Sonho Brasileiro’.

Na onda do Mangá

No começo de julho deste ano, haverá o lançamento de uma coletânea com três histórias de mangás, abordando a cultura japonesa.  A ideia do ‘AP Quadrinhos’ é navegar por todos os temas e vertentes através da arte sequencial.

A criatividade e o talento na ponta do lápis

Fazer uma história em quadrinhos requer dedicação e criatividade. Para a produção, primeiro é feito o esboço, depois o desenho à lápis, em terceiro lugar o nanquim  (tinta preta própria para o desenho), dependendo do trabalho. Em seguida, a historia é digitalizada, geralmente se escaneia os desenhos, onde é feita a correção de algumas falhas no computador, letramento, e coloca-se algum efeito, caso seja a proposta.

sábado, junho 21, 2014

De Super-Homem a Asterix, minhas HQ favoritas

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Por Fernando Canto - Sociólogo

Quando leio uma revista em quadrinhos hoje é natural que as lembranças povoem repentinamente na minha cabeça, tão importantes o foram como instrumento de aprendizado, num tempo em que não havia grandes obras para serem lidas, a não ser na Biblioteca Pública, um lugar obscuro e quase inacessível para alunos adolescentes como eu que não tinham a orientação dos professores para essa atividade. Na época tudo parecia se resumir no aprendizado de sala de aula.

Lembro que as portas dos cines Macapá e João XXIII ficavam cheias de jovens com revistas debaixo do braço nas tardes e noites de domingo. Estavam ali para trocarem suas revistas já lidas, por outras não lidas, ou preferencialmente por novas. Era uma prática saudável num tempo sem televisão quando a cultura visual estava mais direcionada para o cinema, com seus filmes e seriados,  e para os quadrinhos. Era tempo do Território Federal governado por militares. Todos viviam sob uma ditadura severa que se estendia aos seus prepostos: diretores, professores e inspetores das escolas. Os quadrinhos nem sempre eram vistos como instrumentos educativos. Frequentemente os  pais eram chamados pelos mestres quando um aluno era flagrado com alguma revista “imprópria”, tipo quadrinhos eróticos. O resultado era uma suspensão na escola e em casa sempre uma repreensão ou surra de galho de cuia no moleque aluado.

Romantismo ou saudosismo, a leitura dos quadrinhos possibilitava viajar com os heróis na luta contra o mal e dava para imaginar que um dia derrotaríamos o inspetor, o professor e o diretor que nos controlavam e eram nossos “inimigos mortais”, nessa ordem. 

Batman e Robin, Super-homem, Zorro, Jim das Selvas, Tarzan, Congo Bill, Tex, Búfalo Bill, Príncipe Valente e tantos outros, descortinavam novos horizontes naquela garotada ávida por conhecimento e que esperava dias melhores para as suas vidas. As revistas traziam propaganda de pé de página, anúncios de cursos por correspondência, como o de madureza ginasial (um tipo de curso supletivo), o de detetive profissional, de rádio e eletrônica, etc. É inesquecível o anúncio de um tipo de brilhantina: “Dura lex sed lex, no cabelo só gumex - fixa e dá brilho aos cabelos”. 

Mas a gente lia de tudo, inclusive as histórias dos personagens de Walt Disney e de Maurício de Souza, que chegavam recentemente naquele restrito mercado que se resumia nas livrarias Zola, de Francisco (...) e Martins, de (...) Martins, onde também se podia comprar livrinhos de literatura de cordel, como as aventuras de Pedro Malazarte e de Bocage, entre outros.


Anos depois, já na Universidade, pude defrontar com personagens mais sofisticados dos HQ, como os famosos(...) japoneses, os coloridos e novos super-heróis, tais como o Hulk, o Surfista Prateado e o Quarteto Fantástico. Nessa ocasião conheci as aventuras de Asterix, o Gaulês, dos franceses Gosciny e Uderzo. Pirei. Fiz coleção, mandei encadernar e releio sempre. Os personagens dessas histórias são os habitantes de uma aldeia que detém o poder de uma poção mágica usada para derrotar os romanos em situações e aventuras muito loucas.

Há alguns dias ganhei de um filho um presentão: uma edição comemorativa dos 80 anos do velho Uderzo, com histórias desenhadas por famosos artistas das HQ da Europa, nas quais seus personagens encarnam os heróis Asterix e Obelix e sua aldeia irredutível na Gália de 50 anos A.C. Um primor de desenhos de discípulos agradecidos.

Agora só me resta reler o livro comemorativo e esperar que “o céu não caia na minha cabeça”, como dizem os personagens dessas belas e engraçadas histórias.

quarta-feira, junho 18, 2014

Coletivo lança revista digital de histórias em quadrinhos no Amapá

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Por Fabiana Figueiredo, do G1 Amapá

Nesta quarta-feira (18), o coletivo AP Quadrinhos vai lançar a revista amapaense 'Amazônia em quadrinhos', em formato digital, e o selo do grupo, na Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda. O coquetel vai acontecer às 19h.

Durante o lançamento terá apresentação de grupo de poesia, venda de produtos da marca AP Quadrinhos, sala de jogos, discotecagem e distribuição do arquivo da revista.

A revista tem três histórias produzidas por 10 artistas amapaenses. As temáticas são relacionadas a lendas amazônicas, abordando a cultura e o folclore através do olhar dos quadrinistas que integram o grupo independente.

De acordo com o integrante do coletivo Israel Guedes, a ideia de levar os trabalhos feitos no Amapá para a versão digital é para alcançar um público maior, de forma mais democrática e diminuir o custo de produção das revistas.

"Nós imprimimos os materiais e não conseguimos vender muitos exemplares. Como forma de mostrar nosso trabalho, resolvemos expandir a produção para o mundo digital", afirmou o desenista.

O coletivo chegou a lançar quatro edições impressas da revista Mixtureba Comix para a venda. A revista "Amazônia em quadrinhos" não será vendida, mas compartilhada entre computadores, tablets e celulares.

Serviço:

Lançamento do Selo Digital AP Quadrinhos e a revista digital Amazônia em Quadrinhos
Dia: 18 de junho
Hora: 19h
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda
Entrada: gratuita

segunda-feira, junho 16, 2014

Lançamento do Selo Digital do AP Quadrinhos

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sexta-feira, junho 06, 2014

O Capitão Açaí (por Ronaldo Rony)

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segunda-feira, maio 26, 2014

A origem das histórias em quadrinhos

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A origem das histórias em quadrinhos é controversa, assim como todos os movimentos artísticos e culturais gerados pelas sociedades humanas, ainda mais se tratando de um meio de comunicação de massa, por isso definir com exatidão exige-nos pensar no homem pré-histórico, que usava de desenhos para se comunicar. Os homens de Cro-magnon, descendentes do homo sapiens são precursores no que diz respeito à utilização de ilustrações ou imagens em sequência como forma de narrativa comum a humanidade. Sociedades como a civilização babilônica, desenvolveram técnicas de escrita baseadas na utilização de gravuras; a sociedade egípcia teve como característica a criação de longas narrativas compostas por desenhos em pirâmides. Didaticamente as histórias em quadrinhos nasceram em 1895, nos Estados Unidos da América com o jornal “New York World”, onde o mesmo trouxe o primeiro personagem desenvolvido para o gênero e que trazia frases escritas em sua camiseta. A primeira tira em quadrinhos da história trazia um garoto asiático chamado Yellow Kid (Garoto Amarelo). Criado pelo ilustrador americano Richard F. Outcault, Yellow Kid, um garoto comum que satirizava situações da cidade de Nova York e o cotidiano de uma metrópole ainda em construção. Foi com Yellow Kid, que um dos principais elementos das HQs foram incorporados às histórias: os balões de fala. Antes dos balõezinhos, os textos eram escritos em forma de legendas que acompanhavam as cenas, desde então os balões de fala se tornaram um valioso recurso narrativo, além de possibilitar ao leitor se aprofundar nos pensamentos e características dos personagens.

Umas das grandes questões que sempre deve ser levado em conta com relação as HQs estão nas mensagens que estas repassam. As histórias em quadrinhos desde seu nascimento, são uma forma de comunicação e, portanto, uma forma de enviar mensagem. Por meio das imagens desenhadas, das palavras e diálogos, da representação pictórica, os quadrinhos manifestam valores, sentimentos e concepções. Percebendo todo esse potencial comunicativo das HQs as grandes empresas trataram o mais rápido de aderir a este valioso meio de comunicação de massa. A competição entre os grandes jornais para atrair leitores-consumidores motivou o avanço das HQs, posteriormente, os Syndicates e, por fim, grandes empresas produtoras, tal como as fabricas de super-heróis, DC Comics e Marvel Comics. A dinâmica do mercado consumidor, as mudanças sociais e históricas provocam alterações no processo de produção das HQs. Os heróis e super-heróis dos quadrinhos foram mobilizados para combater o nazismo na segunda guerra mundial, tal como Tarzan, agente secreto X-9, Dick Tracy e vários outros. Outros foram criados justamente neste contexto e com este objetivo, tal como o Capitão America.

Desde o surgimento da reprodução gráfica na Europa, o texto impresso é acompanhado pela ilustração. No entanto, essas ilustrações serviam apenas como retórica ao texto escrito, enquanto, nos quadrinhos, em seu estilo já consagrado, a comunicação da imagem antecede a textual, isso quer dizer que pode existir quadrinhos sem diálogos algum, ou mesmo sem texto algum, criando palavras com o desenrolar das ações dos personagens. Mesmo com as inúmeras qualidades inerentes as HQs, estas ainda são menosprezadas e desvalorizadas enquanto objeto de estudo. Só a partir do início deste século que um conjunto de pesquisadores começaram a se debruçar sobre elas e buscar sua explicação, tais como sociólogos e semiólogos. Para o sociólogo Nildo Viana “as HQ são percebidas com preconceito como objeto de estudo devido ao preconceito anterior ao seu caráter de ‘cultura inferior’, voltado para crianças e jovens, sendo, para alguns, uma pseudo-arte, um mero produto da cultura de ‘massas’, com toda negatividade desse termo” afirmou o sociólogo.

Desde a década de 80 que as HQS vêm ganhando ainda mais notoriedade com histórias e tramas sólidas e narrativas que combinam linguagem de outros meios e a agregação de simbolismos da literatura mundial. Alan Moore e Grant Morrison sem dúvidas são os maiores responsáveis por essa propagação de uma linguagem mais rica em conteúdo, símbolos e até mais cientifica, dialogando até com teorias da física quântica. Com todo esse potencial ideológico e cultural é uma tremenda estupidez ignorar esse meio de comunicação, seja através de objeto de estudo ou por mera apreciação.

Adnoel Pinheiro é jornalista, amante de quadrinhos e amigo deste blogueiro. Fizemos faculdade de Comunicação Social juntos e gosto do que o cara escreve. 


domingo, maio 04, 2014

Coletivo promove 2ª edição do Curso Completo de Quadrinhos em Macapá

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Construção de cenários, roteiro, ilustrações, criação de personagens e diagramação são algumas das técnicas que o Curso Completo de Quadrinhos vai abordar na 2ª edição do evento que acontece em maio, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, no Centro de Macapá.

Organizado pelo Coletivo AP Quadrinhos, as aulas ocorrerão nos dias 5, 7, 9, 12, 14, 16 e 19 de maio, sempre as 18h. O objetivo é capacitar quem já trabalha com a produção de história em quadrinhos.

O desenhista Israel Guedes, responsável pelo curso, diz que as vagas serão limitadas. “Na nossa primeira edição apenas nove pessoas participaram, agora vamos promover o evento em um só local para facilitar a ida dos interessados. Serão ofertadas 20 vagas e é importante lembrar que ao final do curso serão entregue um certificado de participação”, informou.

As inscrições poderão ser feitas no Museu da Imagem e do Som (MIS) no 2° piso do Teatro das Bacabeiras e no Amapanime Space, que fica na Zona Sul da capital.

Serviço:

Curso Completo de Quadrinhos
Data: 5, 7, 9, 12, 14, 16 e 19 maio
Horário: 18h
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda
Inscrição: R$ 50

quarta-feira, abril 30, 2014

Curso completo de Quadrinhos

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terça-feira, abril 29, 2014

Catita Clube realiza lançamento do Fanzine Sombras, neste sábado (3)

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O Catita Clube realiza neste sábado (3), a partir das 21h, no Trapiche Dark Bar (altos do Trapiche Restaurante), a festa de lançamento do Fanzine  "Sombras". 

O evento contará com show da banda stereovitrola, exposição de arte e vídeo/discotecagem com Andre Mont' Alverne, Maíra Posteraro Freire, André Renato e Lobo Amoras. 

Serviço:

Festa-lançamento do Zine "SOMBRAS". 
Endereço: Trapiche Rock Bar, localizado na Orla do Santa Inês, o lado da Beer Haus. 
Data: 03/05/2014 (sábado).
Hora: a partir das 22h.
Ingresso: só R$ 5,00. Depois da meia-noite será R$ 8,00 (mais R$ 2 leva o Zine!).
Não será permitida a entrada de menores de 18 anos (Leve sua Carteira de Identidade).

Elton Tavares

quarta-feira, abril 16, 2014

AP Quadrinhos promove Curso Completo de Quadrinhos

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Fonte: http://marypaes.blogspot.com.br/2014/04/ap-quadrinhos-promove-curso-completo-de.html

terça-feira, fevereiro 25, 2014

Coletivo AP Quadrinhos promove curso completo de quadrinhos

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Figura humana, construção de cenários, diagramação, composição de cenas, roteiro, criação de personagens e técnicas de ilustração são os temas que serão abordados durante o curso completo de quadrinhos, que será ministrado pelo desenhista Israel Guedes.

O curso promovido pelo Coletivo AP Quadrinho será dividido em aulas de desenho, que vão acontecer na biblioteca Elcy Lacerda e aulas de roteiro que serão no Museu da Imagem e do Som (MIS)

Os interessados podem se inscrever no MIS localizado no segundo piso do Teatro das Bacabeiras. O curso vai entregar certificado aos participantes e o investimento é de R$ 50.

Serviço:

Curso completo de Quadrinhos
Aulas de desenho: 27 e 28 de fevereiro 
10 e 12 de março
Aulas de roteiro:3, 4 e 5 de março
Horário: 18 horas


sábado, fevereiro 01, 2014

Dia do Quadrinho tem lançamento do gibi Turma da Tribo

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Programação: 

Filme Dossiê Rê Bordosa – direção César Cabral

Filme O Ogro (baseado na obra de Júlio Shimamoto) – Direção Márcio Júnior e Márcia Deretti.

Bate-papo sobre cinema e quadrinhos – com Cássia Lima e Andy Maciel (Programa Rádio Pop)

Filme O gralha – o ovo ou a galinha – direção Tako X Edson Takeuti

Palestra O processo de produção de uma história em quadrinhos – com Gian Danton

Filme O gralha e oilman – direção Tako X.

Lançamento do gibi Turma da Tribo, de Gian Danton.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

O Capitão Açaí no aniversário de Macapá

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O Capitão Açaí é um personagem do talentoso quadrinista e cartunista, além  de colaborador deste blog, Ronaldo Rony. Amanhã  (31), a partir das 16h, rola exposição do artista na Praça Veiga Cabral, centro da capital amapaense. 

A mostra ocorrerá dentro do Sarau de 40 anos da Banca do Dorimar. O evento faz parte da programação de aniversário  de 256 anos de Macapá.

Hoje é o Dia do Quadrinho Nacional

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Hoje, 30 de janeiro, é Dia do Quadrinho Nacional. Nesta data, nos idos de 1869, no Rio de Janeiro, foi publicada pelo pioneiro ítalo-brasileiro Angelo Agostini, o gibi Nhô Quim ou Impressões de uma viagem à corte, a primeira história em quadrinhos feita (e publicada) no Brasil.

*Contribuição de Ronaldo Rodrigues

terça-feira, janeiro 28, 2014

HQ Fest do Coletivo AP Quadrinhos

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Nesta sexta (31) tem a edição do HQ Fest do AP Quadrinhos!

- Oficina desenho de Mangá as 17h00: Entrada 5,00;

- Música ao vivo com as bandas Make a Wish e Chama’tiva;
- Rock com as bandas Matinta Perera e Sislop;
- Exposição AP Quadrinhos e do cartunista Ronaldo Rony;
- Mesa de desenho e caricaturas feitas na hora;
- Sala de Jogos;
- Vendas no Sebo do Caos;
- Muita apelação no Super Nintendo
- Mostra Cinema de Animação

DIA: 31 de Janeiro (sexta-feira)
HORA: A partir 19h
LOCAL: Espaço CAOS - Arte e Cultura (AV. Procópio Rola, 1572 - Entre Prof. Tostes e Manuel Eudóxio)
Entrada R$3,00

*Vai até à meia-noite.

quinta-feira, dezembro 19, 2013

Capitão Açaí

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O Capitão Açaí é um personagem do talentoso quadrinista, cartunista, contista  cronista e outros “istas”, além de colaborador deste blog, Ronaldo Rodrigues (que também é Ronaldo Rony). Firmeza essa edição do quadrinho que me deste na última terça-feira (17). Parabéns e obrigado, comparsa! 

sexta-feira, outubro 25, 2013

Hoje rola ondas firmes no Espaço Caos

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Hoje (25), vai rolar um esquenta no ESPAÇO CAOS! A partir das 18h, com Télon Band, discotecagem, video-game free, gibiteca e palco aberto!

DIA: Sexta (25)
HORA: A partir das 18h
LOCAL: Espaço CAOS - Arte e Cultura
ENTRADA: R$3,00

Realização: Espaço Caos, Ap Quadrinhos, Clube de Cinema, Fotógrafos Anônimos, FIM e Liberdade ao Rock.