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sexta-feira, janeiro 07, 2011

O tic tac do relógio e as voltas que o mundo dá

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                                                                                       Por André Mont'Alverne
Uma das principais maneiras de entender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é compreender o que os cientistas definem como "a base das forças que regem o Universo". O tempo. Sim, aquele tempo que corre contra você quando está atrasado, veloz e ligeiro, ele apaga tudo, destrói lembranças e sonhos de quem desejou ter uma profissão diferente da que tem, algo como querer ser um astronauta.

Parece que foi há um século, mas não deu tempo de se preparar para aquilo porque tudo passou rápido demais enquanto estávamos nos divertindo, ou que durou uma eternidade quando as coisas estavam ruins. Mas esse ainda é o mesmo tempo ao qual nos apegamos desde que aprendemos a ver as horas no relógio e que não vamos querer que acelere nos últimos dias da nossa vida.

O tempo sempre intrigou o homem, desde os primórdios da humanidade. É impossível de ser definido de uma forma literal, usamos analogias para expressá-lo e entendê-lo, uma vez que ao darmos movimento ao tempo, estamos apenas descrevendo como os cinco sentidos humanos conseguem interpretá-lo e foi assim, sentindo o calor do verão, o frio do inverno, que desde cedo nos habituamos a observar que o dia se sucede à noite, e a noite ao dia.

No mundo moderno, parece que o tempo é um artigo de luxo e são constantes as reclamações a respeito da sua falta. Muitos se dizem atarefados com inúmeras responsabilidades e incontáveis afazeres. Outros afirmam que o tempo parece passar mais rápido a cada ano e assim vamos nos transformando em autênticos reféns do “tic TAC” do relógio.

O mundo dá voltas, e isso é comprovado até pela ciência, através dos movimentos do nosso planeta. A vida também dá muitas voltas, pessoas mudam, os problemas, as situações, tudo. Não é possível ser o mesmo diante de tantas transformações que vivenciamos em nossas vidas, algo que nem se pensava fazer, que era tido como inconcebível por alguém há um tempo atrás, pode ser tornar algo corriqueiro em outro momento da nossa vida.


É estranho pensar que muitas coisas presentes, e algumas imprescindíveis, dos nossos dias como celulares, internet, computadores, televisão e carros foram criadas ou popularizadas há menos de 100 anos. Ontem lançaram um aparelho novo e o mundo inteiro já o tem, esqueceram do antigo numa fração de segundo e enquanto isso, você finalmente acabou de pagar o seu carro e agora ele já tem oito anos, portanto, está ultrapassado.

Os erros que foram cometidos ficaram para trás, é necessário corrigi-los, mas de nada adianta se escravizar ao passado. E mesmo que sejamos fortes, mesmo que sejamos por acaso, disparar contra o sol “metralhadoras cheias de mágoas”, não resolverá nada, pois um dia essa munição irá acabar. Quem nos odeia hoje pode nos amar amanhã ou se você amou alguém um dia, hoje, talvez, essa pessoa pode significar simplesmente alguém comum andando nas ruas.

Nessa correria frenética que fazemos numa procura de tudo querer, tudo realizar, muitas vezes, esquecemos que a nossa vida pessoal se apresenta de forma simples, intensamente simples, e o tempo, independente da vida que o acompanha, sempre estará presente, como o ar que se respira, como o sol que brilha incansavelmente todos os dias, ou como as batidas de um jovem coração que ainda tem uma vida inteira pela frente.

Pra finalizar, eu queria dedicar esses pensamentos, e principalmente essa música, para o meu amigo Célio Lopes e lembrá-lo que ainda aguardo com ansiedade o dia que iremos passar o tempo jogando conversa fora, tomando umas, outras e mais algumas ao som de Pink Floyd.


Time (Tempo) - Pink Floyd

Ticking away the moments that make up a dull day
Marcando os momentos que formam um dia monótono
You fritter and waste the hours in an off hand way
Você desperdiça e perde as horas de uma maneira descontrolada
Kicking around on a piece of ground in your home town
Perambulando num pedaço de terra na sua cidade natal
Waiting for someone or something to show you the way
Esperando alguém ou algo que venha mostrar-lhe o caminho

Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain
Cansado de deitar-se na luz do sol, ficar em casa observando a chuva
You are young and life is long and there is time to kill today
Você é jovem e a vida é longa e há tempo para matar hoje
And then one day you find ten years have got behind you
E depois, um dia você descobrirá que dez anos ficaram para trás
No one told you when to run, you missed the starting gun
Ninguém te disse quando correr, você perdeu o tiro de partida

And you run and you run to catch up with the sun, but it's sinking
E você corre e corre para alcançar o sol mas ele está indo embora no horizonte
And racing around to come up behind you again
E girando ao redor da Terra para se levantar atrás de você outra vez
The sun is the same in a relative way, but you're older
O sol é o mesmo, relativamente, o mesmo mas você está mais velho
Shorter of breath and one day closer to death
Com pouco fôlego e um dia mais próximo da morte

Every year is getting shorter, never seem to find the time
Cada ano está ficando mais curto, você parece nunca ter tempo.
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Planos que tampouco deram em nada ou em meia página de linhas rabiscadas
Hanging on in quiet desperation is the English way
Insistindo num desespero quieto é a maneira inglesa
The time is gone the song is over, thought I'd something more to say
O tempo se foi, a canção terminou, pensei que tivesse algo a dizer

Home, home again
Em casa, em casa novamente,
I like to be here when I can
Eu gosto de estar aqui quando posso
When I come home cold and tired
Quando eu chego em casa com frio e cansado,
It's good to warm my bones beside the fire
É bom esquentar meus ossos ao lado do fogo
Far away across the field
Muito longe, atravessando o campo
The tolling of the iron bell
O badalar do sino de ferro
Calls the faithful to their knees
Convoca os fiéis a se ajoelharem
To hear the softly spoken magic spells
Para ouvir feitiços em voz suave.

Clube de Cinema inicia suas atividades de 2011

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                                                            Por Alexandre Brito

Cinco vezes favela – agora por nós mesmos foi o filme escolhido pela coordenação do Clube de Cinema para iniciar suas atividades nesse ano de 2011. Criado no mês de maio do ano passado, o cineclube é um espaço fruto da parceria do Museu da imagem e do Som do Amapá (MIS-AP), Sesc-AP e Univercinema (UNIFAP) que busca atuar na difusão de produtos audiovisuais enfatizando sua importância na sociedade contemporânea, bem como suas diversas possibilidades de uso, seja no aspecto cultural, artístico, sociológico ou político.

O Clube de Cinema realiza sessões quinzenais nas quais os filmes exibidos são brevemente contextualizados pela equipe que coordena o cineclube como forma de estimular a visão crítica e o debate sobre o filme projetado entre o público que prestigia as mostras. A última sessão de 2010 contou com a presença do cineasta pernambucano Camilo Cavalcante que exibiu parte de sua filmografia e respondeu questões formuladas pelos presentes. “Esse é um dos papéis desempenhados por um cineclube: além de difundir os produtos audiovisuais, o movimento cineclubista busca também aproximar os realizadores independentes, como Camilo Cavalcante, de seu público”, explica Alexandre Brito, da equipe de coordenação do Clube de Cinema.

Nesse sábado, 08.01, o Clube de Cinema realizará sua primeira sessão de 2011, exibindo o filme Cinco vezes favela – agora por nós mesmos, “o filme foi escolhido porque trabalha com um formato interessante que estimula o debate. Ele é composto, na verdade, por cinco curtas que desenvolvem o mesmo tema, que é a favela. O filme é resultado de um conjunto de oficinas de cinema realizado junto a moradores jovens das favelas cariocas e os roteiros e a direção dos filmes, além de outras funções na equipe de realização, foram assumidas pelos próprios alunos dessas oficinas e o resultado ficou muito bom”, contextualiza Mary Paes, uma das responsáveis pela condução dessa primeira sessão de 2011.

A programação quinzenal do Clube de Cinema pode ser vista com antecedência no blog do Museu da Imagem e do Som
 (http://museudaimagemedosom.blogspot.com/assim como outras ações promovidas pelo MIS-AP e seus parceiros.
 
Serviço:
Clube de Cinema
Data: 08.01.2011
Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do teatro das Bacabeiras)
Hora: 18:30

Energia elétrica é normalizada em Laranjal do Jari

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Governador Camilo Capiberibe

O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, anunciou, na quarta-feira, 05, o parcelamento da dívida do Estado com a empresa SoEnergy Sistemas Internacionais de Energia, responsável pelo abastecimento de energia elétrica nos municípios de Laranjal do Jari, Vitória do Jari e Oiapoque.

De acordo com o governador, o débito contraído na gestão passada é de R$ 6 milhões. A medida normaliza o abastecimento no município de Laranjal, terceiro maior do Estado, onde a população de 45 mil habitantes sofria, há meses, com um racionamento de energia elétrica de até 6h.

A primeira parte do parcelamento, no valor de R$ 500 mil, foi paga nesta quinta-feira, 06. Já a segunda, no valor de R$ 1,5 milhão, será repassada até a próxima quarta-feira, 12, para a Soenergy. O restante da dívida será paga posteriormente, de acordo com a arrecadação da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA).

“Estamos cumprindo uma promessa de campanha feita aos jarilenses. Assumi o compromisso de resolver o caos que se instalou naquele município. Centenas de famílias não podem pagar pelo descaso administrativo que havia se instalado no Estado. Este é o nosso compromisso, trabalhar em prol da população Amapaense”, afirmou Camilo Capiberibe.

Segundo o diretor presidente da CEA, José Ramalho de Oliveira, a SoEnergy foi contratada, pela Eletronorte – que vende energia para a Companhia – para gerar energia elétrica nos três municípios que estão fora do sistema central de abastecimento da CEA. O Sistema Central utiliza a energia produzida na Usina Hidrelétrica do Paredão, localizada na cidade de Ferreira Gomes, e de Termoelétricas, energia produzida por motores movidos a óleo diesel, do município de Santana.

“Esta medida é emergencial. O próximo passo é a negociação do contrato com a SoEnergy, vigente até maio de 2011, no valor mensal de R$ 880 mil. Nossa intenção é diminuir este valor, para que se adéqüe a realidade do orçamento da CEA”, explicou José Ramalho.

Elton Tavares
Assessor de comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Música de hoje

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Pôr do Sol - Ponte do Vila Nova - Foto: Irineu Ribeiro

Enquanto Houver Sol - Titãs - Composição: Sérgio Britto

Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós, algo de uma criança

Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós, aonde Deus colocou

Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol

A inauguração do Hollywood Café é hoje!

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                                                                                        Por Elton Tavares

Hoje inaugura o Hollywood Café. Barzinho com uma proposta rock, mas diferente do velho Liverpool, que tinha uma aura própria e por isso a gente aguentava aquele banheiro, o atendimento, as goteiras e, principalmente, a dona de lá. Bom, deixa para lá. Se a galera que dá valor no velho rock prestigiar o novo espaço, será ducaraléo!

Me disseram que o Hollywood será organizado, longe da linha “bar-de-rock-pereba”, coisa fina mesmo (mas sem frescura). A casa abre as portas em alto estilo, logo com as duas melhores (de longe) bandas do rock amapaense, a stereovitrola e Godzilla. Além da apresentação de vídeos e discotecagens de velhos conhecidos na cena alternativa local, Darlan Costa e Daniel Nec.

O Hollywood Café funcionará todas as quintas-feiras e contará com dois ambientes, um climatizado e uma área livre, com mesas lounge. Acredito que o novo espaço será um sucesso, pois o Macapá já tem público para este segmento. Quando digo público, falo de pessoas que se propõem a pagar por um serviço de qualidade.

Eu sou do tempo que, para se ouvir rock'n roll em Macapá, precisávamos ir aos piseiros em quadras de escola, era ótimo, mas já passei, há muito tempo, da fase de ir a qualquer pulgueiro, só para curtir som.

Como disse uma amiga: “Não precisamos de uniforme para frequentar locais descolados e bares de rock”.

Concordo, não precisamos de bandeiras ou o velho rótulo escrito “roqueiro”. Basta prestigiar locais como o Hollywood Café, que pretende oferecer um serviço de qualidade, pelo preço de mercado (caro para alguns).

Agora, se o local não for como prometido, simpático, com um palco jeitoso, somente mais um buraco mau organizado, serei o primeiro a detoná-lo, doa a quem doer. Mas estou esperançoso quanto à nova casa. Boa sorte ao Darlan e a toda sua equipe.

Vamos lá e viva o rock and roll!

Serviço:
Hollywood Café
Shows: Banda stereovitrola e banda Godzila.
Data: 06/01/2011.
Discotecagens: Daniel Nec e Darlan.
Apresentação de vídeos: VJ Hertz.
Endereço: Avenida Raimundo Álvares da Costa, número 76, centro de Macapá (próximo ao Superfácil).
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 10,00.
Contatos: 8111-2988/9164-5644.
Realização: Cacique Rock Produções.

25 mil acessos !!!!

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É, para um ano e pouco mais de um mês de existência desta página, ta bom. Obrigado e abraços na geral!

Coronel Rezende recebe a missão de comandar a PM do Amapá

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Coronel Rezende - Foto: Sal Lima.

O coronel Pedro Paulo da Silva Rezende é o novo comandante geral da Polícia Militar do Amapá (PM/AP). Ele tomou posse na terça-feira, 4, em cerimônia realizada no Comando Geral da Corporação, em Macapá, substituindo o coronel Walter Soares de Oliveira. Participaram da solenidade o governador do Amapá, Camilo Capiberibe, secretários e outras autoridades.

De acordo com o novo comandante, sua gestão fortalecerá a filosofia da Polícia Comunitária, que consiste na participação direta da comunidade em denunciar crimes e propor sugestões, trabalhando em conjunto com a PM, com o objetivo de melhorar a segurança pública no Amapá. Para ele, é a alternativa mais eficaz de melhorar o serviço e intensificar a relação entre Polícia e sociedade em geral.

“A defesa social é o nosso compromisso com a nossa população. Nossa missão não é somente reprimir o crime, queremos prevenir a violência urbana e familiar, além dos diversos fatores que levam o cidadão a se tornar um criminoso. O policiamento comunitário é prática fundamental para o êxito desta tarefa”, explicou Pedro Paulo Rezende.

O governador Camilo Capiberibe explicou que reduzir a criminalidade é uma de as principais metas. “O policiamento do Estado é um trabalho duro, feito por homens e mulheres de muita coragem. A segurança pública é tão essencial quanto à saúde e a educação e, no meu governo, mesmo com as dificuldades financeiras que se apresentam, darei total apoio a este setor, afirmou.

Cerimônia - Foto: Sal Lima.

Em seu pronunciamento de despedida, o coronel Walter Oliveira agradeceu o apoio da família e da corporação pelo empenho durante sua gestão. “Agradeço a todos os policiais militares e a minha família. Saio com o sentimento de dever cumprido”, declarou o ex comandante.

PERFIL

O coronel Pedro Paulo da Silva Rezende tem 42 anos de idade, é casado e pai de quatro filhos. O comandante nasceu em Belém (PA) e ingressou na PM/AP em 15 de março de 1990. O oficial é bacharel em Direito, formado pela Universidade Federal do Amapá (Unifap) em 2000, e é especialista em Gestão Estratégica em Segurança Pública, pela Universidade Federal do Pará (Ufpa).

Na carreira como agente da segurança pública Pedro Paulo da Silva Rezende tem as graduações: Curso de Formação de Oficiais da Reserva, no Exército Brasileiro (1987); Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais na Polícia Militar do Pará (1997); Curso de Direitos Humanos e Cidadania; Curso de Técnica em Ensino Militar (2004); Curso Superior de Polícia na PM do Pará (2005) e Curso de Multiplicador de Polícia Comunitária (2009).

Policial há 20 anos, o novo comandante possui grande experiência na vida militar, ele ocupou os cargos de comandante da 3° Pelotão Policial do município de Oiapoque (1992-1994); Comandante da Companhia Independente de Radiopatrulha (1999-2000); Comandante da Guarda Municipal de Macapá (2001-2003) e assessor de corregedor da PM/AP.

VISITA E REIVINDICAÇÃO

Antes da solenidade de troca de comando da Polícia Militar, o governador Camilo Capiberibe esteve no Quartel do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope). Durante a visita, foi apresentado a ele um balanço das atividades da unidade e suas dificuldades sobre as condições de trabalho.

O governador prometeu melhorar a estrutura do Bope, dentro das condições orçamentárias do Estado, com o objetivo de melhorar o combate ao crime no Amapá.

Elton Tavares
Assessor de comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Cine Paraíso estreia neste domingo!

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Os amapaenses terão, a partir deste domingo (9) próximo, uma nova opção de lazer e entretenimento. Nesta data, ocorrerá a estreia do Cine Paraíso, novo projeto social do coletivo cultural de jovens artistas e agentes mídia livristas, conhecido como Coletivo Palafita. Todas as sextas e domingos, às 19 horas, estarão acontecendo sessões de cinema gratuitas no espaço do antigo Cine João XXIII, na casa paroquial da Igreja de São José, berço da cidade de Macapá (Largo dos Inocentes, bairro central).

Além dos trabalhos com música interdependente, como é o caso do Festival Grito Rock Amapá e Festival Quebramar, agora o Palafita inaugura uma nova empreitada: o cineclubismo.

Contemplados pela ação Cine Mais Cultura do Ministério da Cultura, sob orientação do Programa Mais Cultura, o projeto federal tem por objetivo a formação de plateias e o fomento do pensamento crítico tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras.

Membro do Palafita e uma das responsáveis pelo projeto, Jenifer Nunes, comenta que “já existem grupos amapaenses desenvolvendo atividades cineclubistas com extrema competência, o plus que ofertamos ao público é realmente o espaço físico das exibições”.

Começando seu funcionamento a partir da década de 1960, o espaço do Salão João XXIII, antigo Cine João XXIII, foi o primeiro cinema da cidade. Sua arquitetura foi concebida segundo o modelo italiano, com estrutura de cine-teatro. No período em que ainda não havia o Teatro das Bacabeiras, também desempenhou a função de palco dos artistas amapaenses. É, portanto, histórico e simbólico para a cultura e memória do Amapá.

“Nosso esforço enquanto sociedade civil eclode numa perspectiva cidadã de democratização dos acessos à cultura. Priorizaremos em nossa programação obras audiovisuais locais, nortistas e brasileiras, mas os clássicos do cinema também terão espaço na curadoria”, reforça. Na sessão inaugural o público poderá assistir aos filmes “O contador de histórias” e “Simonal – Ninguém sabe o duro que eu dei”, ambas produções brasileiras.

“Queremos propor uma gestão colaborativa que dialogue não somente com outros cineclubes, mas com outras entidades, principalmente instituições educacionais. Iniciamos conversa com a UNIFAP, UEAP e MIS (Museu da Imagem e do Som), assim como o IPHAN. Afinal, trata-se de um patrimônio da sociedade que merece cuidados, políticas públicas adequadas e o (re)conhecimento da sociedade em geral. Com certeza será o início de parcerias que renderão fruição a todos”, finaliza.

Realização: este projeto é apresentado pelo Cine Mais Cultura, com realização do Coletivo Palafita em parceria com a Diocese de Macapá – Paróquia São José. É integrado ao Clube de Cinema Fora do Eixo e apoiado pela empresa Tropical Center – o shopping da construção.

Contato: Jenifer Nunes, (96) 8116-7203, palafitacomunicacao@gmail.com

SERVIÇO:
O QUE? Inauguração do Cine Paraíso.
QUANDO? Domingo, 09 de janeiro, às 19h.
ONDE? Casa paroquial da Igreja de São José, entrada pelo Largo dos Inocentes (Formigueiro) – Avenida Mendonça Furtado, Centro.
QUANTO? Gratuito.
-- -------
Comunicação - Coletivo Palafita
Ponto Fora do Eixo - Macapá (AP)

@coletivopalafita

Eu odeio falastrões!

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                                                                                     Por Elton Tavares

Eu leio muita coisa legal na internet, consequentemente, muita porcaria também. Mas nada pior do que textos de auto-afirmação e marketing pessoal. Gentinha totalmente hipócrita.

Deixa eu explicar, você conhece um Mané ou uma “Songa Monga”, mas em suas respectivas páginas, a figura descreve a pessoa que gostaria de ser e não quem realmente é, verdadeiras falácias.

Tem gente que diz que é jornalista imparcial e na verdade é um jabazeiro de marca maior. Tem nego que escreve sobre seus “feitos”, mas na verdade são reproduções de histórias de terceiros.

Tem maluca que discorre sobre seu bem estar, boa forma, tudo numa “Nice”, mas não passa de uma mulherzinha invejosa e que ninguém come.

Tem ainda aqueles que protestam sobre tudo, com textos que vão do nada para lugar algum e posam de pseudo-revolucionários.

É, tudo isso na blogsfera local, não pensem que falo só do universo midiático nacional, tem muita merda por aqui mesmo.

Por estas e outras que sempre digo que este espaço é para coisas sérias, piadas, devaneios e besteiras em geral, mas não somos os donos da verdade.

Se Raul Seixas ainda estivesse neste mundo, não usaria só “jornais”, ele poderia cantar também: “Eu não preciso ler blogs, mentir sozinho eu sou capaz”. E eu não to nem aí se não rimou (risos).

Tensão total

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O processo de mudanças é normal, problema para quem não se preparou e não entende a ordem natural das coisas.

Música de hoje

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Malandragem Dá Um Tempo - Bezerra da Silva - Composição: Popular P./Moacir Bombeiro/Adelzonilton

Vou apertar
Mas não vou acender agora
Vou apertar
Mas não vou acender agora
Eh! Se segura malandro
Prá fazer a cabeça tem hora
Se segura malandro
Prá fazer a cabeça tem hora...
 
Eh, você não está vendo
Que a boca tá assim de corujão
Tem dedo de seta adoidado
Todos eles afim
De entregar os irmãos
Malandragem dá um tempo
Deixa essa pá de sujeira ir embora
É por isso que eu vou apertar
Mas não vou acender agora...ihhhhh!
 
É que o 281 foi afastado
O 16 e o 12 no lugar ficou
E uma muvuca de espertos demais
Deu mole e o bicho pegou
Quando os home da lei grampeia
Coro come a toda hora
É por isso que eu vou apertar
Mas não vou acender agora...ihhhhh!

É que o 281 foi afastado
O 16 e o 12 no lugar ficou
E uma muvuca de espertos demais
Deu mole e o bicho pegou
Quando os home da lei grampeia
O coro come toda hora
É por isso que eu vou apertar
Mas não vou acender agora...ihhhh!

terça-feira, janeiro 04, 2011

Augusto Oliveira assume o Instituto de Pesquisas do Amapá

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Augusto Oliveira - Foto: Irineu Ribeiro.

O Doutor em Desenvolvimento Socioambiental, Augusto Oliveira, assumiu na última segunda-feira, 3, o cargo de diretor presidente do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). O novo gestor prometeu dar continuidade aos projetos desenvolvidos no órgão.

Augusto Oliveira substitui Benedito Vítor Rabelo. Segundo o novo diretor, sua missão será conduzir o Iepa de maneira correta e objetiva, com o compromisso de manter a credibilidade do órgão junto à população amapaense.

A valorização dos servidores, pesquisadores e de atividades de gestão; apoio aos Centros de pesquisa e seus laboratórios; reestruturação do Museu Sacaca e da Incubadora de Empresas, além do resgate da Fundação Social do órgão, foram pontos citados como prioridade pelo gestor. “Precisamos recolocar o Iepa em sua trajetória institucional, isso quer dizer, reaver sua Fundação Social”, afirmou Augusto Oliveira.

O novo gestor também irá fortalecer e dar continuidade em pesquisas e projetos em diversas frentes, como por exemplo: plantas medicinais, recursos hídricos, hidrometeorologia e energias renováveis, meteorologia e arqueologia, dentre outras.

“A população do Amapá precisa ver na instituição um espaço de valorização dos saberes científicos, aliados aos conhecimentos tradicionais, como alternativas para construir soluções às demandas sociais e econômicas”, explicou.

PERFIL

O novo gestor do Iepa tem 46 anos, é casado, tem dois filhos e é natural de Belém (PA). Augusto Oliveira já trabalhou no IEPA, onde ocupou os cargos de pesquisador, secretário de Ciência e Tecnologia; diretor de pesquisa e presidente.

Outras atividades desenvolvidas por Augusto Oliveira foram: bacteriologista clínico, no Laboratório Central de Saúde Pública do Amapá (Lacem); coordenador da Fundação Nacional de Saúde do Amapá (Funasa); secretário de Turismo e Meio Ambiente do município de Santana e professor universitário, professor na Universidade Federal do Amapá (Unifap), nas faculdades de Macapá : Atual, Iesap, Fama e outras instituições fora do Estado.

Na vida acadêmica, Augusto possui as seguintes graduações: doutor em Desenvolvimento Socioambiental, pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos; Mestre em Política e Gestão Ambiental pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UNB); Farmacêutico e Bioquímico pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Historiador-licenciado e bacharel pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

Augusto Oliveira é autor e co-autor das obras literárias:

Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Sustentável do Amapá e as experiências do IEPA (1995-1998), publicado pelo Iepa; Farmácia da Terra “ Plantas medicinais e alimentícias, publicado pelo Iepa; Amazônia, Amapá, publicado pela Editora Paka-tatu; A Cultura do Amapá em Fotografias; Um olhar etnofotográfico sobre a Ilha de Santana, publicado pela Editora Genildo Batista; Política e Gestão Ambiental e Saberes Tucujus, publicado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema); Brilho de Fogo e outros poemas de amor, publicado pela Editora Sccortecci.

Serviço:
Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa).
Localizado na Avenida Feliciano Coelho, nº1509, bairro do Trem, Macapá.
Augusto Oliveira – Diretor Presidente do Iepa.
Contato: 9974099.

Elton Tavares
Assessor de Comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação

Leitura dramática da peça “A mulher do fundo do rio”, de Fernando Canto

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A primeira leitura dramática da peça “A mulher do fundo do rio”, do escritor Fernando Canto, vai ser apresentada no dia 06/01 (quinta-feira), no Ponto de Cultura Estaleiro, do Grupo Teatral Marco Zero.

Com direção de Thomé Azevedo, o elenco foi selecionado exclusivamente para a peça.

A peça aborda de forma poética e dramática situações que ocorrem no interior de uma embarcação que enfrenta um naufrágio e pretende levar o público à reflexão sobre as grandes tragédias que ocorrem nos rios da Amazônia e no mundo.

Para a criação da peça, o autor tomou como exemplo a maior tragédia fluvial ocorrida no Amapá, o naufrágio do barco Novo Amapá que vitimou mais de 600 pessoas no dia 06/01/81.

A ideia do grupo é promover a leitura da peça em um circuito que percorrerá as universidades e as escolas públicas para que a encenação ocorra em janeiro de 2012. Pretende também, estimular a leitura dramática de autores, tanto amapaenses, quanto consagrados nacional e mundialmente.

Serviço:
Local: Ponto de Cultura Estaleiro - Av. Rio Negro, 71 – Bairro Perpétuo Socorro.
Data: 06/01/11 Hora: 20:00h.
Entrada franca.

Elenco:Kelly Maia, Ana Vidigal, Janice Carvalho, Jaqueline Rodrigues e Dércio Damasceno. As crianças Dughan, Marcela, Diego, Bárbara e Kesia.
Sonoplastia: Erivaldo Santos.
Direção: Thomé Azevedo.
Produção Executiva: Sonia Canto Produções.

Sonia Canto
Produtora cultural
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Sonia Canto Produções
Telefone: 96-91499536

Elogio direto do Facebook

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 Valeu Bonfim! Você é um dos grandes que admiro no jornalismo local. Grande abraço!

Elton Tavares

Frases impactantes

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"Fumo maconha, mas não trago, quem traz é um amigo meu" - (Marcelo Anthony)
"O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal" - (Solange Couto)
"Para seu marido não acordar com a macaca... Depile-se" - (Cláudia Ohana)
"O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno e viúvo precisa da ajuda da mulher. - (Principe Charles)
"Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima" - (Dercy Gonçalves)
"Cabelo ruim é igual a bandido... Ou tá preso ou tá armado" - (Ronaldinho Gaúcho)
"Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros"- (Roberto Justus)
"Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que sempre tem razão" - (Galvão Bueno)
"Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança" - (Zeca Pagodinho)
"Mulher gorda é que nem Ferrari... Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo" - (Reginaldo Leme)
"Se homossexualismo fosse normal...Deus teria criado Adão e Ivo" - (Gilberto Braga)
"Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário" - (Bill Gates)
"Casamento começa em motel e termina em pensão" - (Romário)
"Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo" - (Itamar Franco)
"Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal...-Eu vou-me embora antes que se torne obrigatório' (Arnaldo Jabor)
"Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante' - (Eduardo Suplicy)
"Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?" - (Dorival Caymi)

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Bomba-Relógio

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                                                                                         Por Régis Sanches

“No momento, não tenho palavras, é difícil falar. O ponto comercial da loja é alugado e não contratei o seguro contra incêndio. Mas acho que esta cidade não tem infraestrutura alguma!”. O desabafo é da comerciante Adrivânia Martins, dona do Atacadão Paulista, cujo slogan da placa anuncia: “Vestindo Você na Passarela”.

A placa em questão não pegou fogo, mas o estoque de roupas da loja foi consumido por um incêndio no final da tarde do último domingo, 2. Os bombeiros chegaram em 30 minutos, e apagaram o fogo. Felizmente não houve vítimas, pois não havia ninguém no interior do estabelecimento.

O Atacadão Paulista está localizado na confluência da Rua Cândido Mendes com Avenida Mendonça Júnior – mais conhecida como “Rua do Canal” – no Centro Comercial de Macapá. Adrivânia Martins disse que mantém o negócio junto com o marido há 14 anos. A loja emprega cerca de 20 vendedores. Quanto ao sinistro, a empresária disse não saber calcular os prejuízos provocados pelo incêndio, cujas causas são desconhecidas.

Para quem não tem o hábito de percorrer o centro da capital amapaense, a “Rua do Canal” é aquela em que prosperam minúsculos restaurantes improvisados. É nessas barracas que os comerciários tomam café, almoçam e, já no início da noite, apreciam o “Churrasquinho de Gato” vendido a R$ 1,00. Os empregados do comércio elogiam o sabor e o baixo preço da comida. Mas reclamam do odor insuportável do fétido canal.

Imundícies à parte, o incêndio do Atacadão Paulista não foi o primeiro e nem será o último. “Todo o Centro de Macapá é uma imensa bomba-relógio”, diagnostica o tenente Silva, oficial do Corpo de Bombeiros que coordenou a operação de combate ao incêndio. Ele enumera pelo menos três problemas críticos: “As lojas são geminadas; a fiação elétrica é antiga e inadequada (com muitos “gatos”); e não há um único hidrante nem no Centro ou em qualquer bairro de Macapá”.

Em tais circunstâncias, o oficial-bombeiro afirma que os donos de lojas contíguas ao Atacadão Paulista deveriam erguer as mãos para os céus e agradecer. “Os comerciantes das lojas vizinhas tiveram muita sorte, pois o fogo só não se alastrou para os demais estabelecimentos porque o estoque das roupas estava entulhado”.

A ausência de hidrantes fez com que as duas viaturas dos Bombeiros fossem mobilizadas nas unidades da Zona Norte e Zona Sul da Cidade. No momento em que Camilo Capiberibe assumiu o governo sob o signo das mudanças, é preciso olhar com atenção especial para o Centro de Macapá.

Um incêndio já no segundo dia de 2011 é motivo de preocupação. Desta vez não houve vítimas porque era domingo. Mas poderá acontecer em qualquer dia da semana. E, sabemos que não podemos nem contar com o prefeito Roberto. Ele passa uma temporada compulsória em Brasília (DF) e a prefeita Helena não dá sinais de que está realmente preocupada em resolver este problema. Fica o alerta: onde há fumaça, há fogo. Hidrante neles!

Mais votos para 2011

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Li hoje, gostei muito e resolvi reproduzir aqui:
Feliz Ano Novo!!!!

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dao para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro numero e outra vontade de acreditar que daqui para frente tudo vai ser diferente."

Carlos Drumond de Andrade

Papo de Rocha

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"É bom ter dinheiro e as coisas que o dinheiro pode comprar, mas é bom, também, verificar de vez em quando e se certificar que você não perdeu as coisas que o dinheiro não pode comprar."

George Horace Lorimer

Música de hoje

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                                                    No início, ainda sem Ringo, em Liverpool

A Day In The Life – Um Dia na Vida - Banda The Beatles - Música: Lennon & McCartney

I read the news today oh boy
Li as noticias hoje, oh menino
About a lucky man who made the grade
Sobre um cara de sorte que se deu bem
And though the news was rather sad
E apesar das noticias serem tristes
Well I just had to laugh
Eu tive que rir
I saw the photograph
Eu vi a foto
He blew his mind out in a car
Ele estourou a cabeça em um carro
He didn't notice that the lights had changed
Ele não percebeu que o sinal tinha mudado
A crowd of people stood and stared
Uma multidão de pessoas parou e olhou
They'd seen his face before
Já tinham visto seu rosto
Nobody was really sure if he was from the House of Lords.
Ninguém tinha certeza se ele era da Casa dos Lordes
I saw a film today oh boy
Eu vi um filme hoje, oh menino
The English Army had just won the war
O Exercito Britânico tinha ganho a guerra
A crowd of people turned away
Uma multidão virou as costas
But I just had a look
Mas eu tive que olhar
Having read the book, I'd love to turn you on...
Tendo lido o livro, eu adoraria te excitar

Woke up, got out of bed,
Acordei, sai da cama
Dragged a comb across my head
Passei um pente no cabelo
Found my way downstairs and drank a cup,
Desci e tomei uma xícara
And looking up I noticed I was late.
Olhei pra cima, percebi que estava atrasado

Found my coat and grabbed my hat
Achei meu casaco, peguei meu chapeu
Made the bus in seconds flat
Cheguei ao onibus em segundos
Found my way upstairs and had a smoke,
Subi e fumei um cigarro
and Somebody spoke and I went into a dream
Alguém falou e eu entrei em um sonho

I heard the news today oh boy
Li as notícias hoje, oh menino
Four thousand holes in Blackburn, Lancashire
4,000 buracos em Blackburn, Lancashire
And though the holes were rather small
E apesar dos buracos serem pequenos
They had to count them all
Eles tiveram que contar todos
Now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall.
Agora eles sabem quantos buracos são necessarios pra encher o lbert Hall
I'd love to turn you on.
Eu adoraria te excitar

Último show, no terraço de um edifício em Nova York.

domingo, janeiro 02, 2011

Parabéns Patrick!

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                                                                                                      Por Elton Tavares
                                                  Patrick pilotando a banda stereovitrola
Hoje é aniversário do skatista, discotequeiro, compositor, guitarrista e cantor (ufa!), Ruan Patrick Oliveira Souza. O Patrick da stereo ou “Patrikinho”, como eu e alguns amigos o chamamos.

Figura caladão, observador e, algumas vezes, um pouco estranho, Patrick é um cara talentoso e gente boa. Apesar de somente 30 anos completados, circula no underground amapaense desde os anos 90, quando tocava na extinta banda Little Big, que por sinal era ótima.

Desde meados de 2004, Patrick pilota a stereovitrola, que é para mim e para muitos, a melhor banda do rock local. Este post não é para falar da banda, mas sim para parabenizar este velho amigo. Parabéns cara, sucesso, saúde e felicidades para você!

Meu amigo inglês – Música: Banda stereovitrola – Letra: Ruan Patrick

Olha só o teu cabelo Inglês grudadinho na testa
Um olhar frio e quieto vivendo num grande universo paralelo
Não garante mais nenhuma motivação
Camiseta dos Smiths, Aldous Huxley na mão
Se defende com ironia, olhava sempre um ponto no além
Que somente ele via e por momentos fugiria

Meu amigo inglês, teu microponto fez, obviamente me senti dentro de contos infantis
Certa vez saímos lado a lado, em busca de seres transcendentais
Num túnel de caleidoscópios, senti o céu me liquidificar

Meu amigo inglês, traz de volta um dia, se puder
Meu amigo inglês, faz a dela e foi bom te ver,
Obviamente me senti dentro de contos infantis, meu amigo inglês, teu microponto fez
Meu amigo inglês, traz de volta um dia, se puder
Meu amigo inglês, faz a dela e foi bom te ver,

E foi bom te ver
E foi bom te ver

Meu amigo inglês.

Primeira pérola do ano

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"A mulher do Temer é como o PT, obviamente está com ele por amor, jamais por interesse" - Danilo Gentili.

Vaidade além do limite

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                                                                         Por Aleksandra Zakartchouk

Apesar de termos nossa dose de vaidade, devemos ficar atentos para não nos viciar por este prazer agradável ao ego.

Apesar da palavra “vaidade” ser empregada no dia-a-dia para definir apego a futilidades ou preocupação excessiva com a aparência física, sua abrangência não pára por aí. Na verdade, a vaidade é o prazer exibicionista que se sente quando se é admirado. Mesmo sem consciência, queremos ser reconhecidos de forma positiva de alguma maneira – aparência física, inteligência, talento, atitude, poder aquisitivo, status ou sucesso, entre tantos aspectos.

Outro dia, lendo um livro sobre o assunto, havia um questionamento: por que as pessoas não gostam de ir a um restaurante vazio quando saem? Não importa se a comida é ótima, o ambiente agradável, o local parece chato. Outro exemplo são as mulheres “vestidas para matar” ou homens com “síndrome de pavão” que tendem a ficar extremamente frustrados, caso não atraiam olhares para si.

A vaidade está ligada à auto-estima e, principalmente, à opinião de terceiros. É por causa disto que muitos deixam de lado sua verdadeira identidade, temendo não serem aceitos. Preocupados com “o que os outros vão pensar”, assumem uma personalidade dissimulada e transmitem aquilo que julgam ideal e adequado, mesmo que não corresponda à realidade.

Inúmeras pessoas se disfarçam de personagens que sejam convenientes para suas conquistas. Presos ao poder da imagem, há também indivíduos cujo prazer não provém somente de riquezas materiais, mas principalmente da admiração e até da inveja que provocam aos olhos dos outros.

A propósito, é curioso observar que pessoas que gostam de contar vantagem se sentem lisonjeadas e superiores quando conseguem despertar justamente inveja alheia por possuir algo que o outro gostaria de ter. É também em nome da vaidade que um sujeito – bem sucedido no passado e fracassado no presente – deseja tanto manter a pose, o status e o alto padrão de vida (mesmo que tudo não seja condizente à realidade). Para este, o importante é não deixar ninguém vê-lo derrotado e decadente. Assim, vive numa eterna busca por ícones que lhe agreguem riqueza, prestígio, poder, privilégio, etc.

Para quem já experimentou o gosto da fama, o anonimato tem um sabor amargo e pode facilmente conduzir a uma forte depressão, de acordo com especialistas. Basta observar quantos artistas fizeram (e ainda fazem) uso de drogas, álcool ou mesmo suicidaram-se por não suportar o fracasso e o esquecimento.

Enfim, qualquer discussão como esta é superficial devido à amplitude do tema (isso sem falar naquele tipo de vaidade mórbida que leva alguém a fazer dezenas de procedimentos cirúrgicos que deformam o ser humano ou seguir padrões de beleza que levam a pessoa à morte por anorexia).

É preciso ficar atento com atitudes exageradas de vaidade, uma vez que seus processos permeiam todas as relações sociais. Sob controle, porém, ela viabiliza um espírito determinado, perseverante e empreendedor no indivíduo, que objetiva – além de seu próprio aprimoramento – o reconhecimento dos demais.