Hoje (4), é o Dia do Orientador educacional, pedagogo que atua junto ao corpo discente das instituições de ensino, acompanhando as atividades escolares. Este profissional também monitora o desempenho do estudante, tanto no seu rendimento ou de comportamento.
Em nome destes educadores, que precisam de uma paciência de Jó, parabenizo a minha mãe, Maria Lúcia Neves Vale, orientadora educacional por formação acadêmica. Ela, que hoje em dia está aposentada, desempenhou muito bem essa função em décadas de serviço prestado a Educação do Amapá. Parabéns pela data!
A primeira-dama do Amapá, Cláudia Camargo Capiberibe, representando o governador Camilo Capiberibe, participou nesta segunda-feira, 3, no Auditório Waldemiro Gomes do Museu Sacaca, da abertura da 7ª Mostra de Cinema Direitos Humanos na América do Sul. O evento, que encerrará no dia 8 de dezembro, será realizado no próprio Museu e na Fortaleza de São José de Macapá. O objetivo é promover o diálogo, debate e reflexão para a construção da valorização e garantia ao respeito aos direitos humanos.
A Mostra é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Cinemateca Brasileira, patrocínio da Petrobras e apoio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Em Macapá, a ação recebe o apoio do Governo do Amapá, por meio das secretarias de Estado da Cultura (Secult) e Educação (Seed). Este ano, o Festival de Cinema homenageia o cineasta brasileiro Eduardo Coutinho, um dos mais importantes documentaristas da atualidade.
Conforme o curador da Mostra, Francisco César Filho, a programação do evento em Macapá, que já passou este ano pelos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, é a mesma das outras capitais do país. Serão exibidos 37 filme ligados ao tema em vários aspectos. Segundo ele, algumas produções tratam de direitos humanos, mas nunca foram exibidas no Brasil.
Francisco César Filho pontuou que os filmes são de todos os gêneros, produções da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Uruguai e Venezuela, todas premiadas em eventos audiovisuais da América do Sul. Ele frisou que a Mostra trará conhecimento à população para que ela possa refletir sobre os direitos humanos.
A representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Tássia Rabelo, destacou que entre os temas abordados na Mostra estão os Direitos da Pessoa Idosa, da Mulher, à Memória e à Verdade, dos Indígenas, da Criança e do Adolescente, ao Trabalho Decente, à Alimentação Adequada da população Carcerária, da população em Situação de Rua, de Pessoas com Deficiência, Cidadania LGBT e Igualdade Racial.
"Acreditamos que para a construção de políticas é preciso alterar o modo de pensar. Com a Mostra, podemos informar e promover o debate, o cinema tem o poder de alterar valores, principalmente nessa nossa cultura de paz e defesa dos direitos humanos. Agradecemos o apoio do Governo do Amapá, fundamental para o sucesso desse evento", pontuou Tássia Rabelo.
O articulador e gerente de Projetos da Secult, Raimundo Borges, explicou que a Secretaria de Estado da Cultura será responsável pela logística do evento e a Seed pela mobilização de estudantes, docentes e técnicos da educação para prestigiarem a Mostra. Ele enfatizou que um evento desse porte e com esse objetivo é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa.
A primeira-dama salientou que o evento é uma grande oportunidade para os amapaenses conhecerem culturas de outros países. Cláudia Camargo Capiberibe frisou que, além de instrutiva, a Mostra reforça o combate ao desrespeito social, por meio da conscientização da sociedade.
"Direitos humanos é um tema que sempre deve ser debatido. A importância da mulher, dos idosos, afrodescendentes, homossexuais, ou seja, todos os cidadãos, que precisam ter seus direitos e dignidade assegurados, dentro de uma sociedade igualitária. Portanto, essa Mostra traz cultura e promove a reflexão para o povo do Amapá. E nós apoiamos iniciativas como esssa", assinalou.
O Governo do Amapá comunica que nesta terça-feira, 4 de dezembro, completa um ano de falecimento da secretária de Estado da Comunicação, Jacinta Maria Rodrigues de Carvalho Gonçalves, e convida a todos para uma missa que será celebrada às 9h na escola cujo nome foi em sua homenagem, no bairro Vale Verde, Distrito de Fazendinha.
Também informa que durante todo o dia, na referida escola, haverá homenagens a Jacinta Carvalho, que também era professora da rede estadual. Às 19h, na Igreja Bom Pastor, localizada na rua Claudomiro de Moraes, bairro Congós, a família promove uma missa para lhe render homenagens.
Há exatamente um ano, morreu a professora, jornalista e ex-secretária de Estado da Comunicação, Jacinta Carvalho. Ela, que tinha 34 anos, faleceu vítima de uma infecção generalizada causada por um vírus desconhecido, que atingiu o pulmão e posteriormente o coração. Foi tudo tão rápido. Só de lembrar, ainda fico atônito. Meu amigo Eduardo Neves me acordou naquele domingo, às 7h, com essa triste notícia. Ela era uma mulher inteligente, competente, sorridente, alegre, íntegra, batalhadora, verdadeira, despojada, de bem com a vida, responsável, leal aos amigos, sincera, comprometida em tudo que fazia e apaixonada pela família. Jacinta foi minha professora (e de muitos jornalistas do Amapá) na faculdade Seama onde cursei Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Na época, não nos dávamos tão bem, aliás, tivemos alguns embates memoráveis. Anos depois, ela me disse: “eu gostava das nossas discussões na minha aula, você era questionador, argumentativo, provocador e combativo”. Esse elogio rolou em 2010, quando já éramos amigos.
Em 2011, ela se tornou minha chefe. De professora, virou secretária de Estado da Comunicação. Cargo merecido, pois mesmo alguns discordando, ela tinha competência para tal. Este ano, foi inaugurada, no bairro Vale Verde, no Distrito de Fazendinha, a Escola Estadual Professora Jacinta Maria Rodrigues de Carvalho Gonçalves, uma justa homenagem. Eu fui cobrir a inauguração, foi uma mistura de tristeza pela lacuna que ela deixou e alegria pelo reconhecimento do seu trabalho. É, foi emocionante.
Jacinta foi mãe de dois meninos, seus amores. Além deles, era apaixonada pelo magistério, pela comunicação e por dançar. Sim, a moça curtia um arrasta pé. Foi também uma excelente profissional. A Agência de Notícias do Amapá, ótima ferramenta de comunicação do Estado, é o seu legado.
Com precisão cirúrgica, Mario Quintana escreveu: “a morte chega pontualmente na hora incerta”. Quem conhecia Jacinta sabe que ela vivia pra valer. Eu, assim como muitos colegas, tive o privilégio de ser seu amigo. Seu lema era: “viver bem é um desafio diário”. Concordo! Por essas e outras, ainda sentimos sua falta por aqui e sentiremos durante muito tempo, mas sabemos que ela cumpriu sua missão.
Amigos vão e vem. Por causa dos mistérios da vida, muitos passam anos como personagens de nossas histórias, mas não deixam nenhuma marca positiva. Com outros, convivemos pouco, mas com intensidade e por algum motivo, mudam o rumo de nossas existências. Foi assim que Jacinta passou pela minha vida, melhorando-a. Ela foi para outro plano, mas não sai da memória e nem do coração de seus amigos e familiares. Ela acreditou em mim e serei eternamente grato. Querida, tenho certeza que estás em um bom lugar. Até a próxima vez!
Saudações, terráqueos! Hoje falaremos de um disco que com certeza para muitos, e inclusive para mim, é considerado uma “Obra Prima”.“As quatro estações” de 1989 é um álbum clássico, que você pode ouvir hoje e continuará atual. Não que nossas humildes vidas tenham parado no tempo ou coisa parecida, e que se trata de uma obra seminal, na vanguarda de muitos acontecimentos.
Olha, não sou um cara “Xiita”, daqueles que entram em comparações esdrúxulas com a figura do Renato Russo ou coisa parecida. Não costumo dizer que ele é um Guru, grande pensador ou algo parecido. O vejo como uma pessoa comum que como muitos de nós, passou por fases difíceis em sua existência. Resumindo não o vejo como “Porta-voz” de geração nenhuma (titulo que o próprio odiava).
Falando do disco, foi o primeiro trabalho da banda como trio, também o maior sucesso comercial que os caras tiveram. Eles já vinham de bons trabalhos como “Legião Urbana “de 85, o magistral “Dois” de 86 (falaremos desse disco) e “E que país e esse” de 87 (um disco de sobras).
Foram 16 meses entre concepção, gravação mixagem e lançamento do disco, ou seja, um hiato relativamente grande na indústria fonográfica, se o disco não fosse bom, com certeza seria o começo do fim para os Legionários. Mas como poderia dar certo? Se pararmos para pensar o quanto é difícil o disco.
Dissecando a bolacha, vemos que começa com “Parece cocaína, mas é só tristeza” (Há tempos), vai para “... Ela se jogou da janela do quinto andar, nada é fácil de entender” (Pais e filhos), canção para alguém especial que esta prestes a morrer (Feedback song for a dyng friend, que alguns acreditam ser para o Cazuza), “ ...A Humanidade e desumana” (Quando o sol bater na janela do teu quarto), “...Ontem faltou água , anteontem faltou luz” (Eu era um lobisomem juvenil), mesmo assim “ ...O Brasil é o país do futuro” (1965- Duas tribos), cita Camões “..Ainda que eu falasse a língua dos homens” (Monte Castelo), amor não correspondido “...Me sinto tão só, e dizem que a solidão é que me cai bem” (Mauricio), Homo sexualidade assumida “...Eu gosto de meninos e meninas” (Meninos e Meninas), a incapacidade de se entender “... Meu coração é tão tosco e tão pobre..” (Sete Cidades) e termina tudo isso com algo extremamente religioso “...Cordeiro de Deus, que tirai os pecados do mundo, dai nos a paz” (Se fiquei esperando meu amor passar).Um verdadeiro “Caldo de emoções” (odeio essa expressão, “Caldo”, geralmente intelectuais bundões há utilizam caldo cultural, caldo de emoções etc..), não tinha como esperar que tudo isso, convergido em um único aparato desse certo. Mas deu.
Nove, das 11 musicas, tocaram no rádio (Amiguinhos, já existiu um tempo que a abreviação “FM” tinha relevância) até torrarem a paciência, talvez algo parecido só tenha rolado com “Nós vamos invadir a sua praia”,“Radio Pirata”. Sucesso estrondoso. A fúria dos trabalhos anteriores deu lugar a uma sutileza marcante, realmente a Legião tinha se tornado algo mais parecido com o “Pop”, mas não aquela escrotice descartável e sim algo marcante para muitos.
“As quatro estações” marca a melhor fase letrista de Renato, e de certo o disco obteve êxito em falar intimamente de maneira popular, poucos discos conseguem.
Enfim o trabalho é cheio de características que marcaram para sempre a carreira e a personalidade da banda, acredito eu que depois desse LP começa o terrível processo de mitificação. Deixo uma pergunta pra vocês: Quem não chorou, sorriu, viveu ou apenas se pegou cantando algum verso presente nesse disco??
A partir desse momento a Legião Urbana passa ser conhecida apenas como Dado, Renato e Bonfá.
URBANA LEGIO OMNIA VINCIT (Legião Urbana Vence Tudo).
Marcelo Guido é Punk, Pai, Jornalista, Professor e Marido. Acredita que mesmo, que de vez enquanto faltem água e luz na casa da Regina, “o Brasil ainda é o País do Futuro”.
Hoje (3), inicia o 9º Festival Imagem-Movimento (FIM), com o tema “Gravidade Zero. Soltos no Infinito”, O Fim, que contará com vasta programação, encerrará no dia 8 de dezembro de 2012. O evento será realizado no Centro de Convenções Azevedo Picanço, Teatro das Bacabeiras e Fortaleza de São José de Macapá. O objetivo do FIM é fortalecer o audiovisual amapaense, contribuir para a formação de produtores audiovisuais e a promoção da cultura no Amapá.
A programação conta com mostra de filmes nacionais e internacionais; cursos; palestras; lançamento do filme paraense ‘Jambeiro do Diabo’; lançamento do longa-metragem Girimunho; lançamento da coletânea ‘Primeiros Olhares’; shows; performances; mostra na muralha da Fortaleza de São José e a Festa ‘Gravidade Zero’. Todos com a entrada franca. Sim, grátis! Bora lá!
Confira a Programação do 9º FIM:
Dia 3 de dezembro de 2012, às 19h, no Centro de Convenções Azevedo Picanço:
-Roda de conversa com os produtores da série de tv santanense "Saga dos Zerinhos".
-Mostra FIM
-Show da banda Herdeiros
Dia 4 de dezembro de 2012, às 19h, no Centro de Convenções Azevedo Picanço:
-Mostra FIM
Dia 5 de dezembro de 2012, às 19h, no Centro de Convenções Azevedo Picanço:
-Mostra fim internacional (filmes enviados da escola de cinema de cuba)
-Lançamento da coletânea "Primeiros olhares"
-Show da banda O Sósia
-Lançamento do longa-metragem Girimunho
Dia 6 de dezembro de 2012, às 19h, no Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do Teatro das Bacabeiras):
-Mostra FIM
-Performance "Pecados"
Dia 7 de dezembro, no Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do Teatro das Bacabeiras):
-Mostra FIM
-Estreia do filme paraense "Jambeiro do Diabo"
-Show da banda Keona
Dia 8 de dezembro às 19h, na Fortaleza de São José de Macapá:
-Mostra na Muralha da Fortaleza de São José de Macapá às 19h
-Festa "Gravidade Zero" no Catita Clube (Av. FAB, 2385, Santa Rita) às 21h.
Vídeo do 9º FIM:
Realização:
O FIM é realizado pelo grupo Festival Imagem-Movimento. Os patrocinadores do evento são: Foto Nunes, Limbo, Governo do Amapá, através do Museu da Imagem e do Som (MIS/AP) e Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com o apoio do Sesc Amapá.
Meu comentário: meus parabéns a todos os envolvidos, principalmente aos amigos, que são muitos, engajados no movimento audiovisual. Tenho certeza que o 9º FIM será um sucesso!
Hoje é o Dia Nacional do Samba. E para comemorar a data, o Movimento Cultural Perfil do Samba, em parceria com a Associação dos Amigos do Mercado Central e apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), realizam o projeto Samba no Mercado Central. A partir das 19h, a festa começa com o grupo de samba Raiz, Perfil do Samba, exposição artistica (Egidio Gonçalves), venda de camisetas de Tica Lemos e Marabaixo com Elson Jacundá.
Os integrantes do Perfil do Samba, Carlos Piru, Nonato Soledade, Macunaima, Nega Laura,Mari Marilda Oliveira, Marcia Aquino, Adelson Preto, Ilan do Laguinho, darão início ao show, num dos pontos turísticos mais tradicionais da capital amapaense: o Mercado Central.
O projeto Samba no Mercado Central acontece desde 2008, tradicionalmente às sextas-feiras, uma edição por mês. Excepcionalmente esta semana, por conta do Dia Nacional do Samba, será realizado no domingo.
O Dia Nacional do Samba surgiu por iniciativa de um vereador baiano, Luís Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso. Ary já tinha composto seu sucesso "Na Baixa do Sapateiro", mas nunca havia posto os pés na Bahia. Essa foi a data que ele visitou Salvador pela primeira vez.
Serviço:
Projeto Samba no Mercado Central em comemoração ao Dia Nacional do Samba
Hoje (2), é o Dia do Samba. Gênero amado pelos boêmios do Brasil. Apesar de fã de Rock, também aprecio um bom sambão, desde que não seja pagode de corno, aquele meloso, executado na maioria dos locais que se dizem “casas de samba” em Macapá.
De acordo com o conceito: o Samba é um gênero musical, derivado de raízes africanas surgido no Brasil e tido como o ritmo nacional por excelência. É uma das principais manifestações culturais populares brasileiras. O Samba se transformou em símbolo de identidade nacional.
Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano e levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império.
O samba se tornou, em 2005, um Patrimônio da Humanidade, de acordo com a United Nation Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco). Para mim, o gênero é brilhante. Pois cresci escutando Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Paulinho da Viola, entre outros monstros sagrados da nossa música. Além de apreciar um bom carnaval de rua, pois não sou ruim da cabeça e nem doente do pé.
Hoje (2), a partir das 22h, a Banda Mano Root's se apresentará no Trapiche Eliezer Levy. O amigo Dylan Rocha, integrante da banda, mandou dizer que eles tocarão só "as pedras". Eu não sou muito chegado, mas para quem curte, é uma ótima opção no domingo.
Hoje (1), vai rolar um show cover dos Los Hermanos. Mas quem quiser curtir rock de verdade, vai para a festa “Já que o mundo vai acabar, que seja OPEN BAR”, do Grupo Desordem (nada contra os brothers que promoverão o tributo aos Los Tristonhos, mas é que eu e muitos detestamos esse papo furado, mesmo).
Os fãs do Los Hermanos acham os papos de Marcelo Camelo e seus comparsas verdadeiras palavras bíblicas, para mim é lamúria bruta, feio para os barbados. É um papo furado, um lero-lero, um nhêm-nhêm-nhêm dos cassetes. O rock and roll, estilo musical mais legal do sistema solar, tanta tristeza não possui razão de ser ou uma explicação lógica. E que fique claro, aquilo NÃO é rock. Égua-moleque-tu-é-doido!
Já a festa de birita liberada contará com shows de rock (de verdade ) com as bandas * Crackdown e Vennecy (apesar dessa segunda ter Bon Jovi no repertório, mas ainda é melhor que Los Cuzões). E claro, terá cerveja, vodka, frozen, Piscina liberada, além das rodadas de tequila.
Serviço:
Já que o mundo vai acabar, que seja OPEN BAR
Data: 01 de Dezembro 2012 (hoje).
Hora: das 22h às 5h do domingo.
Ingressos antecipados: 25,00 reais (limitados)
Local: Casa de eventos no Marabaixo 3 (próximo a Aifa antiga Acadepol)
Apoio: Vila do Rock e Curupira Vampiro
Ingressos à venda em CUBO TABACARIA , Eliezer Levy 3080 Trem. (Próximo ao Estaleiro)
Contatos: 8100.5643 - 9124.7215.
Elton Tavares, jornalista boêmio, cronista eventual, farrista exemplar, gordo, cínico, apreciador de futebol, rock and roll, MPB e flamenguista em tempo integral, que ODEIA Los Hermanos.
O Espaço de Arte Catita Clube realizará, neste sábado, 1º de dezembro de 2012, a partir das 16h, em sua sede, a exposição "Rabiscado/Rebuscado", de Igor Conrado.
Além da mostra, vai rolar shows das bandas Desiderare; Moby Dick e Shirley Mother. A entrada custará R$ 5,00.
Sou Elton Tavares, nascido em Macapá, no dia 14 de setembro de 1976, filho de José Penha Tavares e Maria Lúcia Neves Vale. Atuo como assessor de comunicação, jornalista (por formação), produtor de eventos amador e blogueiro. Além disso, sou boêmio, cronista eventual, cinéfilo, farrista exemplar, gordo, cínico, irmão dedicado, amigo fiel, apreciador de futebol, rock and roll, MPB, Carnaval e flamenguista em tempo integral. Um observador do mundo, mais precisamente do comportamento amapaense. Tenho personalidade forte, sou sincero em minhas opiniões, mas boa praça, divertido e desbocado. Aviso que tenho tendências ao extremismo com relação a gênero musical. Sem filtro ou conta-gotas, eu sou eu. Nesta página, você lerá um pouco do que penso. Tudo papo "de rocha", como falamos aqui no Amapá, quando queremos passar credibilidade sobre determinado assunto. Pretendo informar sobre comportamento, entretenimento, arte e cultura, seja ela musical, cênica, artesanal, folclórica, cinematográfica, artes plásticas e literárias. Além de muita besteira, como devaneios, piadas, relatos, enfim, doideiras em geral. Vocês lerão escritos ácidos, com um leve humor negro e pontos de vista incomuns. Fica a seu critério se o que escrevo é certo ou errado, mentira ou verdade, irrelevante ou relevante. Afinal, depende do ponto de vista e discernimento de cada um.
“Vim para semear a dúvida! Sou Ronaldo Rodrigues quando escrevo. Sou Ronaldo Rony quando desenho.
Quando escrevo sou redator publicitário, roteirista, poeta, contista, cronista e letrista.
Quando desenho sou cartunista, chargista, quadrinhista, ilustrador e (às vezes) artista plástico. Arrisco uma caricatura ou outra. De vez em quando, acerto.
Trocaria tudo isso descrito acima para ser bom de futebol. Sou casado com a liberdade, amante do prazer e fiel ao desejo.
No mais, é isso talvez nem tanto.
Tenho dito! E escrito!”
Patrícia Andrade
Poemas e outras ondas
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“Sou Pat Andrade. Distribuo farpas e lírios em tentativas, por vezes bem-sucedidas, de estampar poesia no cotidiano desta cidade/umbigo/casulo/mundo. Imprimo cinza em paisagens florais, mas nunca desisto de estender o arco-íris no quintal. Vou assim semeando a palavra, colhendo brisa e plantando tempestades” - Texto do Ronaldo Rodrigues.
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